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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CÂMARA DE PORTEL DISTINGUIDA POR PROMOVER "MERCADO DE TRABALHO INCLUSIVO"

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O TeatroThalia em Lisboa foi ontem palco da entrega da distinção Entidades Empregadoras Inclusivas, uma distinção pública às boas práticas de gestão abertas e inclusivas, desenvolvidas por entidades empregadoras relativamente às pessoas com deficiência e incapacidade.

O município de Portel, no Alentejo Central, foi o único município alentejano a receber esta distinção, enquanto empregador, reconhecido pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, por promover um "mercado de trabalho inclusivo" e se distinguir ao nível do recrutamento, desenvolvimento e progressão dos trabalhadores, pelas suas acessibilidades e pela qualidade de serviço e relação com a comunidade.

A distinção foi recebida pela presidente da autarquia, José Manuel Grilo.

NÃO SERÁ UM POUCO CEDO PARA PÔR EM CAUSA A CONCRETIZAÇÃO DO QUE PROMETEU?

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O novo Executivo municipal de Beja, liderado por Paulo Arsénio, tomou posse no passado dia 18 de outubro e quer que em 2021 fique provado que “se fez melhor e diferente, poupando no acessório e gastando mais no essencial”, num concelho em que “o objetivo principal é criar condições para haver mais empregos e mais fixação de pessoas.”

Tendo a noção de que nem tudo o que se pensou para Beja estará concretizado em 2021, Paulo Arsénio afirma que é preciso fazer o caminho, tendo alguma coisa para mostrar no final dos quatro anos, que prove que Beja é capaz, aproveitando também, o clima de confiança que se vive no concelho e no país.

TRABALHADORES DAS MINAS DE ALJUSTREL EM GREVE DE HOJE ATÉ DOMINGO

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O protesto que surge, por melhores salários, horários e condições de segurança no trabalho, abrange todos os trabalhadores nomeadamente os da empresa concessionária das minas, a Almina-Minas do Alentejo, e das outras duas empresas que prestam serviços no complexo mineiro, a EPDM-Empresa de Perfuração e Desenvolvimento Mineiro e Urmáquinas.

Jacinto Anacleto, dirigente do STIM-Sindicato dos Trabalhadores da Industria Mineira, critica o facto de grande parte dos trabalhadores terem um vencimento mensal de 600 euros, com horários diários de 10 horas. Jacinto Anacleto, aponta ainda o dedo às administrações das três empresas porque até agora têm recusado dialogar com o sindicato que representa os trabalhadores.
A realização da greve foi decidida no plenário geral de trabalhadores das minas, que decorreu no dia 18 de Outubro.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Esta malta da EMAS devia descansar um pouco!! Será...

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    Sim, mas não tantos ….

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    São tantas as campanhas, ações e divulgações da EM...

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