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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

PCP E PSD QUEREM “VALORIZAÇÃO DA LINHA FERROVIÁRIA DO ALENTEJO” E REPOSIÇÃO DOS HORÁRIOS DOS COMBOIOS SUPRIMIDOS

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A DORBE do PCP considera que as decisões da CP de substituir comboios por autocarros e suprimir alguns horários no trajeto Beja/Casa Branca/Beja revelam falta de consideração pelas populações dos concelhos de Alvito, Cuba e Beja e relembra que, por proposta do Grupo Parlamentar do PCP, foram aprovadas pela Assembleia da República, recomendações que propunham a “valorização da linha ferroviária do Alentejo” e que aquilo que se esperava “é que o Governo tivesse tomado as medidas necessárias desde logo e em respeito pela Resolução da Assembleia da República, em vez de deixar, com a CP, que a situação se agravasse.”

 

A deputada do PSD eleita por Beja considera “incompreensível a supressão de comboios no trajecto de Cuba para Beja”. Para Nilza de Sena é “notório o grau de degradação verificada nas carruagens que servem esta linha Beja/ Casa Branca / Beja, nos atrasos recorrentes reportados pelos diversos passageiros deste trajecto, ...”.

O Grupo parlamentar do PSD apresentou um projecto de Resolução da Assembleia da República, que “recomenda que se reponham os horários dos comboios das 8h35, 10h30 e 17 horas entre Cuba e Beja e que se acautele o estado das carruagens que transportam os passageiros, sobretudo os cuidados de higiene externa e interna das carruagens”.

CATARINA MARTINS AFIRMOU “QUE É PRECISO NOVAS REGRAS PARA O ORDENAMENTO DOS NOSSOS RECURSOS HÍDRICOS”

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A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) esteve de visita a uma exploração, situada perto de Beja, onde uma empresa espanhola terá destruído uma ponte romana e quase duas dezenas de sítios arqueológicos assinalados no Plano Director Municipal para plantar 3 mil hectares de amendoal.
A líder do BE falou do Alqueva e da necessidade da água para “haver agricultura, emprego, desenvolvimento”, acrescentando que “o que estamos a assistir é que o terreno está todo a ser ocupado, nomeadamente o melhor terreno agrícola, por culturas intensivas”, que “não criam emprego propriamente na região, ... e têm tido danos a vários níveis, ambientais desde logo”.
Catarina Martins não tem dúvidas “que é preciso novas regras para o ordenamento dos nossos recursos hídricos, porque Portugal precisa de água, tem de a proteger, tem de a saber usar”.

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