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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

É PRECISO AGARRAR E TRABALHAR ESTAS IDEIAS DO JORGE CASTANHO

"Fui ali ver aquele Centro Unesco e fiquei maravilhado, apesar de não ter nada por dentro. Mas está belíssimo. Mas, a par destas coisas boas, há uma espécie de não-pensamento."

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"Mas a ideia que tenho é que não existe aqui uma representação de artistas. O Alentejo tem uma cultura muito forte e deveria haver um qualquer lugar onde se pudesse ver a obra de todo e qualquer artista da região, vivo ou morto. Um sítio onde tivesse também os livros dos escritores, a poesia dos poetas… Há uma identidade muito marcada entre as pessoas, nós não divergimos muito. Divergimos mais por coisas pessoais… temos aí excelentes artistas. Onde é que hoje se pode ver uma pintura do Relógio? O Carlos Montes, um artista que não era letrado, tinha uma pintura muito interessante ao nível da abstração e era necessário ter essa obra exposta, uma vez que hoje não pode ser vista em lado nenhum. Os artistas que vão morrendo, como o [Leonel]Borrela… era necessário ter desenhos que mostrassem as preocupações gráficas que ele deixou…"

 

"Agora faz mais sentido fazer alguma coisa com artistas regionais. Naquele tempo, Portugal tinha muito pouca coisa em termos de arte contemporânea. Agora os tempos são diferentes. Temos de nos pensar como região, porque também é dessa forma que a Europa nos vê. Trabalharmos esta cultura mais enraizada, embora em diálogo com a contemporaneidade, com mais tecnologia e menos obra de instalação, com outros protagonistas… O mundo mudou."

 

Extratos da entrevista de Jorge Castanho ao Diário do Alentejo, com Texto Paulo Barriga e foto Rui Cambraia

PAULO ARSÉNIO DEFENDE EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO

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O candidato do PS à presidência da Câmara de Beja nas eleições do próximo Domingo quer “recuperar, valorizar e promover aquilo que Beja já tem”. A candidatura socialista apresenta sete eixos programáticos para o concelho.

Paulo Arsénio disse ontem em entrevista à Rádio Pax que os eleitores têm duas opções em cima da mesa. Em seu entender “quem quiser apostar na continuidade da linha de entretenimento como base de desenvolvimento da cidade de Beja” deve votar na CDU.

Por outro lado, “quem quiser seguir pelo caminho do empreendedorismo, da educação, da descentralização para as freguesias e da participação pública deve votar no Partido socialista”, concluiu Paulo Arsénio

AS ESCOLHAS PARA BEJA

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A Câmara Municipal de Beja é liderada por João Rocha, da CDU. Nas eleições autárquicas de 2013, a CDU venceu com 7.438 votos, mais 303 do que os obtidos pela candidatura do PS.

Quanto às freguesias, as duas da cidade - União de Freguesias Santiago Maior e São João Batista e União de Freguesias de Beja Salvador e Santa Maria da Feira - são lideradas pela CDU tal como oito, das dez rurais - Albernoa/Trindade, Santa Clara do Louredo, Cabeça Gorda, Salvada/Quintos, Nossa Senhora das Neves, Baleizão, São Matias e Santa Vitória/Mombeja. As outras duas rurais - Beringel e Trigaches/São Brissos - têm o PS à frente dos seus destinos.

Nas autárquicas 2017 apresentam-se a votos em Beja:

João Rocha, cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal de Beja, afirma que nestas eleições joga-se o futuro do concelho e que depois do muito que se fez não se pode parar agora, nem voltar atrás.

Paulo Arsénio, cabeça de lista do PS à Câmara Municipal de Beja, frisa que a candidatura que lidera é verdadeiramente alternativa e forte e com uma visão para o futuro do concelho diferente da atual.

José Pinela Fernandes, cabeça de lista do PSD à Câmara Municipal de Beja, diz que a sua candidatura quer um concelho mais moderno, mais solidário e com mais desenvolvimento económico.

José Pedro Oliveira, cabeça de lista do BE à Câmara Municipal de Beja, assegura que o voto no Bloco é um voto de confiança e na certeza da construção de um concelho inclusivo.

Luís Dargent, cabeça de lista do CDS-PP à Câmara Municipal de Beja, revela que a sua candidatura tem como propósito fazer deste, um concelho com ambiente favorável à fixação de empresas e pessoas.

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