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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"MEMÓRIA E COERÊNCIA!!!"

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Quando em Janeiro de 2002 assumi o cargo de eleito pela CDU para a Assembleia Municipal de Beja, carregava comigo a vontade de intervir na defesa de um projeto autárquico coletivo, que visava, e visa ainda hoje, o desenvolvimento sustentável do nosso concelho.

Aos longos dos anos passados neste órgão estabeleci com eleitos de todas as bancadas uma saudável convivência democrática, pontuada aqui e ali por saudável picardia própria do confronto político.
Num balanço breve sobre a minha passagem pela Assembleia Municipal de Beja, como eleito em representação do Partido Comunista Português, é impossível não recordar os anos passados na bancada da CDU como oposição ao executivo socialista liderado por Jorge Pulido Valente.
O único mandato do PS na autarquia bejense começou pelo signo da afronta, anunciando “a chegada a Beja do 25 Abril”. A infeliz afirmação do autarca Jorge Pulido Valente marcou um estilo e uma forma de gestão que perduraria em todo o seu único mandato.
Na banda do PS pontuava como primeiro responsável o agora candidato à Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio.
Nessa funções, suportou e defendeu as políticas autárquicas implementadas pelo seu camarada Pulido Valente enquanto presidente da autarquia bejense.

 

ESTRATÉGIAS

O executivo anterior, do PS, apresentou uma estratégia para 10 anos - Beja capital e os seus sete pilares, documento construído por muitos e amplamente discutido e divulgado.
João Rocha nem programa apresentou... Está tudo dito sobre a estratégia do PCP. Foram 4 anos de festas e festarolas e obras nos três últimos meses. Nem o Alqueva nem o aeroporto souberam potenciar, no CH nem a obra de referência foram capazes de concluir em 4 anos, requalificação de espaços públicos nada, só demolição do depósito e destruição do pavimento da praça da república, ...

Alentejo dos pequenitos a 19 de Setembro de 2017 às 20:54, AQUI.

 

DEPOIS ADMIRAM-SE...-

Segundo me informaram, foi constituída uma turma do 1º ciclo só por alunos ciganos, a funcionar no edifício do 2ª ciclo de uma escola e com horários desfasados das outras turmas... Admitindo que seja correcta  a informação, parece-me uma situação inadmissível, para não dizer mais nada...

Atendendo à gravidade da situação criada, confirmando-se a sua veracidade, espero que os responsáveis a alterem rapidamente, porque não é criando guetos que se constrói uma escola inclusiva.

Sei quanto é difícil lidar com a diferença, mas também sei quanto é enriquecedora essa viência. Se não for a escola a fomentar a inclusão quem a fará? Tanta e tão justificada preocupação com a preparação dos alunos para a defesa do ambiente, da criação de hábitos de alimentação saudável e outros temas e depois trata-se desta forma a inclusão...

Independentemente da situação em concreto, parece-me que esta é uma questão que deve merecer a mais ampla discussão, porque está em causa a formação das novas gerações, que queremos melhores do que as nossas.

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