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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

AFINAL ULSBA "RESOLVE" E OBSTETRÍCIA JÁ NÃO FECHA 

Zé LG, 01.09.17

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Depois de ter avançado que o Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital de Beja iria encerrar amanhã, terça e quinta-feira por falta de médicos, a ULSBA diz agora que a situação está "resolvida".

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo tinha avançado que o encerramento se deveria à “falta de médicos da Especialidade de Obstetrícia para o preenchimento da escala do Serviço”. 

Num esclarecimento enviado à Rádio Pax, a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo refere que"a situação relativa ao preenchimento da escala do Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital José Joaquim Fernandes está resolvida, anulando a informação enviada" anteriormente.

ESTADO INJECTA MAIS 8,68 MILHÕES NA EDIA

Zé LG, 01.09.17

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A EDIA, empresa pública que gere a barragem do Alqueva, voltou a receber novo reforço de capital do Estado em agosto, num total de 8,68 milhões de euros.

Trata-se do terceiro aumento de capital de 2017, que totaliza 30,9 milhões de euros e que faz ascender o capital social da empresa a 495 milhões, 249 mil e 60 euros. A EDIA tem como principal fonte de financiamento os aumentos de capital.

Segundo o relatório de contas de 2016 "o accionista Estado no seguimento da política de financiamento adoptada, atribuiu à empresa os capitais necessários para suprir as necessidades do serviço da dívida (reembolsos e juros), e ainda um aumento de capital de €11.126.161 para a conclusão dos investimentos uma vez que, por calendarização dos programas de financiamento comunitário (POVT e Inalentejo), os investimentos remanescentes do ano de 2016 tiveram de ser praticamente financiados por fundos próprios," conforme avança o Jornal de Negócios, na sua edição de ontem.

O exercício de 2016 foi marcado por um aumento dos prejuízos, de 10,9 milhões em 2015 para um resultado líquido negativo de 14 milhões de euros.

 

Imagem de capa de portugalfotografiaaerea.blogspot.com