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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ALERTA PARA RISCOS RESPIRATÓRIOS DURANTE OS INCÊNDIOS E NOS DIAS DE TEMPERATURAS ELEVADAS

Zé LG, 02.08.17

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Através da Comissão de Trabalho de Fisiopatologia Respiratória e DPOC, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) divulgou um conjunto de medidas que ajudam a minimizar os riscos de complicações respiratórias, especialmente dirigida às pessoas que sofrem de patologias crónicas.

“A exposição prolongada a temperaturas elevadas é prejudicial à saúde, em geral, e, em particular, ao aparecimento ou descompensação das doenças respiratórias. A agudização de doenças respiratórias crónicas é frequente neste período, constatando-se também o aparecimento de doenças agudas, como as broncopneumonias, que não acontecem somente no Inverno”, esclarece a coordenação da Comissão de Trabalho de Fisiopatologia Respiratória e DPOC.

Leia as RECOMENDAÇÕES.

FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA ADQUIRIU A TAPADA DO CHAVES

Zé LG, 02.08.17

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A Fundação Eugénio de Almeida (FEA), de Évora, anunciou a aquisição da propriedade e da marca de vinhos Tapada do Chaves, que mantém a mesma designação.

A Tapada do Chaves, localizada em Frangoneiro, nos arredores de Portalegre, dá origem a vinhos há quase 100 anos e possui duas das mais velhas parcelas de vinha do Alentejo.

Com 60 hectares de terra e 32 de património vitícola, 23 dos quais de castas de uva tinta e nove hectares de castas de uva branca, a Tapada do Chaves localiza-se numa zona fortemente influenciada pela orografia (Serra de São Mamede) e pela cobertura agro-florestal que lhe confere um microclima específico e decisivo para a qualidade e tipicidade dos vinhos aí produzidos.

 

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS

Zé LG, 02.08.17

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Vão-se realizar, de ontem a dois meses, eleições para os órgãos das autarquias locais.

Os candidatos têm vindo a ser anunciados e apresentados a conta-gotas e, em muitos casos, bastante mais tarde do que em eleições anteriores.

Ideias, propostas, projectos e programas escasseiam ou nem um que apresentaram até agora. Como concretizá-los nem se fala…

O debate faz-se, quase sempre, em torno dos candidatos – os meus são melhores do que os teus – e se alguém faz alguma crítica ao poder, logo surgem os seus apoiantes a afirmar que não valorizam o que foi feito e está projectado fazer e só criticam porque estão próximas as eleições.

Ora, parece-me a mim que o poder foi eleito para fazer e que se faz o que prometeu fazer não fez mais do que a sua obrigação e se não fez ou fez mal deve ser criticado por isso. E deve ser criticado mais quando se aproximam as eleições, porque é nesta altura que os eleitores têm oportunidade de o julgar. Só quando fez bem e mais do que se tinha comprometido deve ser elogiado.

Ou não será assim?