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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

SELEÇÕES NACIONAIS FEMININAS DE BASQUETEBOL ESTAGIAM EM BEJA

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A seleção nacional de sub/24 femininos de basquetebol está desde ontem na cidade de Beja, onde cumpre, até ao próximo sábado, o primeiro de três estágios de preparação, tendo em vista a sua participação na 29.ª Universíada de Verão, que se realizará em Taipé (Taiwan), de 19 a 30 de agosto próximo.
A equipa nacional treina diariamente no Pavilhão João Serra Magalhães.
Amanhã chega também à capital do Baixo Alentejo a seleção nacional sub/18 femininos que se juntará ao estágio das sub/24 e com a qual realizará dois jogos particulares.
Os estágios destas equipas nacionais na capital do Baixo Alentejo foram apoiados pela Câmara Municipal de Beja e pelo Beja Basket Clube.

IP8 OU TRAVÃO AO DESENVOLVIMENTO REGIONAL?

20265098_1844398655587384_4447702591939927749_n.jpVamos encolher os ombros?

Escreve Bruno Ferreira:

Em 2013 a Estradas de Portugal anunciou que a A26, entre Sines-Beja (inicialmente prevista até à fronteira com Espanha), era um “equívoco técnico”, e que os 35 milhões gastos até então, não eram significativos (?!?), e que parando as obras ainda se conseguiam poupar 60 milhões. Pelas contas do governo ficamos a saber que esta importante Auto-estrada A26 (apenas até Beja) custaria 95 milhões de euros – cerca de metade já gastos – entre outros, com expropriações (com validade de 15 anos, faltando 5 para expirarem e regressem aos seus antigos proprietários sem estes terem de indemnizar o Estado); com o abate de montado e de espécies protegidas; com material que apodrece nas bermas do IP8.

O concelho de Beja, há 10 anos exportava apenas 875 mil euros, mas depois de apostar fortemente nos sectores agrícola, agro-industrial e agro-alimentar, potenciando o investimento de Alqueva, exporta hoje mais de 113 milhões, concorrendo de sobremaneira para a competitividade do Alentejo e do todo nacional. Mas… onde está a retribuição do Estado para com este concelho? Estas condições rodoviárias conferem competitividade à economia regional? E à nacional? São seguras? Quantas pessoas ali perderam a vida? Quantos ficaram feridos? São cómodas e confortáveis? Que prejuízos provocam nos veículos? Quanto tempo faz perder no transporte de mercadorias? E para as necessidades das pessoas? Como podemos pensar no Aeroporto de Beja sem uma estrada, sequer, digna desse nome?

 

 

"BEJA RECEBE CAMPEONATO EUROPEU DE HORSEBALL"

579px_2e2a15006263101612c5ec.jpgO Município de Beja foi convidado pela Federação Internacional de HorseBall (FIHB) para a organização da FIHB WHR Champions League em 2017. Este convite vem confirmar o reconhecimento da experiência e qualidade demonstrada na organização de competições internacionais no Salão do Cavalo, integrado na Ruralbeja, desde 2014.
De 28 a 30 de Setembro, Beja receberá no Parque de Feiras e Exposições, cerca de 140 jogadores de diferentes países, estimando-se mais de 2000 visitantes. A aposta neste tipo eventos pretende contribuir para a dinamização da economia local, assegurando ainda a projeção de Beja além fronteiras, afirmando assim a estratégia do Município de Beja ao nível da promoção de eventos de qualidade e caráter internacional.

In: B NEWSLETTER | 21 de julho de 2017 | Câmara Municipal de Beja

 

É MESMO?! - "estimando-se mais de 2000 visitantes"

CONTRIBUTO PARA O DEBATE (QUE NÃO HOUVE) SOBRE A ALTERAÇÃO DO PAVIMENTO DA PRAÇA DA REPÚBLICA DE BEJA

AFINAL O QUE VAI SER FEITO NA PRAÇA DA REPÚBLICA?

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Ler artigo de Carlos Dias n'O Público.

Existe um projecto ou apenas uma idéia geral? Vai ser mudado apenas o pavimento ou também as infraestruturas? Vai haver intervenção nos vestígios arqueológicos e colocados alguns à vista, como em espaços públicos noutras cidades? Qual o orçamento? Como é assegurado o financiamento? Para quando está previsto o início e o prazo da intervenção?

 

Publiquei, em 9 de Dezembro do ano passado, este alvitre como contributo para um debate que entendia  - e continuo a entender -, que devia ter sido promovido pelo Executivo Camarário, uma vez que vai alterar uma obra de um anterior Executivo da mesma força política, que na altura gerou muita polémica, sem que a tenha pré-anunciado na campanha eleitora.

Quase 9 meses decorridos sobre a colocação destas questões, eis que é anunciado o início para breve das obras, sem que o Executivo Camarário tenha avançado com qualquer esclarecimento sobre aquelas questões ou outras que pertinentemente têm sido colocadas pelos cidadãos.

Mais uma vez, parece oportuno questionar opções e sua fundamentação e o entendimento do envolvimento da população interessada na discussão de projectos com impacto na Cidade do Executivo Camarário?

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