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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

PRÉMIO LITERÁRIO JOAQUIM MESTRE

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No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Livro, que se celebra a 23 de Abril, a ASSESTA – Associação de Escritores do Alentejo e a Direcção Regional de Cultura do Alentejo divulgam o Regulamento da primeira edição do Prémio Literário Joaquim Mestre, que estará também disponível a todos os interessados nos respectivos sites oficiais: www.cultura-alentejo.pt e www.assesta.pt.

Este Prémio é instituído pela ASSESTA com o objetivo de promover, defender e valorizar a Língua Portuguesa e a Identidade e Diversidade cultural da Região Alentejo, suas tradições, incentivar a Criação Literária nas modalidades de conto e romance, o gosto pela Leitura e pela Escrita e, simultaneamente, homenagear o romancista e contista alentejano Joaquim Mestre.

Este prémio é organizado em parceria com a Direção Regional de Cultura do Alentejo, que irá assegurar o montante financeiro atribuído ao vencedor, tendo sido assinado no final de 2016 o respectivo protocolo de colaboração, contando também com o apoio do Município de Beja.


Informações:

Entrega dos originais até dia 30 de Setembro de 2017;

Pedidos de informação devem ser dirigidos a: ASSESTA – Associação de Escritores do Alentejo A/c Luís Miguel Ricardo Casa da Cultura de Beja, rua Luís de Camões – 7800-508 BEJA correio@ - assesta@sapo.pt – com indicação de assunto “Prémio Literário Joaquim Mestre”

SELO EFFE ATRIBUÍDO AO FESTIVAL TERRAS SEM SOMBRA

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Bruxelas anunciou a atribuição ao Terras sem Sombra do selo EFFE (Europe Festivals – Festivals de l’Europe) para 2017-2018. Esta prestigiosa marca, criada pela European Festivals Association (EFA) por iniciativa da Comissão Europeia, distingue os festivais que se destacam, no espaço comunitário, pela excelência da programação, pelo carácter inovador e pela criação de novos públicos. É considerado o mais importante “label” do sector, só outorgado a um “núcleo cimeiro” de projetos artísticos.

A decisão foi tomada na última semana, sob a presidência do britânico Sir Jonathan Mills, antigo diretor do Edinburgh Festival, por um júri internacional constituído pelos responsáveis da cúpula dos festivais europeus. Este júri considerou o festival alentejano “uma criação única, que forjou laços pouco usuais entre uma instituição religiosa e um sólido programa artístico e, ao mesmo tempo, desenvolve um particular conjunto de ações para a promoção do património artístico e do património natural”. Salientou igualmente que, “não obstante ter lugar numa região periférica”, apresenta “uma programação cuidada e coerente”. Pôs ainda em evidência a “cooperação com regiões vizinhas de Espanha e o forte envolvimento das comunidades”.

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