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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

DEMOLIÇÃO DE DEPÓSITO DE ÁGUA PÕE A DESCOBERTO OUTRO DO TEMPO DE SERTÓRIO OU CÉSAR

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Mas, para já, os arqueólogos estão intrigados com a recente descoberta de uma cisterna que veio à luz do dia após a polémica remoção do depósito da água. “Não deixa de ser curioso”, assinala Conceição Lopes, “que mais de dois mil anos antes da construção do equipamento que agora foi demolido já aqui estava um depósito para distribuir água pública à cidade”. Trata-se de “um tanque ao nível da rua” que terá sido construído entre os anos 70 e 30 a.C. e que culminava “com uma espécie de abóbadas que podiam rematar numa grande fonte monumental que dava para a atual rua dos Escudeiros”.

Para além da importância do edifício em si, principalmente ao nível da datação, esta descoberta vem igualmente colocar na ordem do dia da comunidade científica a questão do abastecimento de água à cidade. “Normalmente a água de abastecimento público chegava por intermédio de um aqueduto. Mas Beja não tem esse equipamento, o que nos faz supor que este depósito e outras mães-de-água que poderiam existir nesta zona eram abastecidos recorrendo a poços e à água da chuva”. PB, AQUI

Foto DAQUI.

ASSESTA CRIA PRÉMIO LITERÁRIO JOAQUIM MESTRE

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É assinado neste sábado, dia 28, nas instalações da Direção Regional de Cultura do Alentejo, entre esta entidade e a Direção da ASSESTA, o protocolo de colaboração que visa a criação/apresentação do Prémio Literário da Associação de Escritores do Alentejo que vai adotar o nome de Prémio Joaquim Mestre.

Este Prémio é instituído pela ASSESTA com o objetivo de promover, defender e valorizar a língua portuguesa e a identidade e diversidade cultural da região Alentejo, suas tradições, de promover e incentivar a criação literária nas modalidades de conto e romance, o gosto pela leitura e pela escrita e ainda, simultaneamente, homenagear o romancista e contista alentejano Joaquim Mestre.

O Prémio será lançado em 2017 e é instituído em parceria com a Direção Regional de Cultura do Alentejo, que irá assegurar o montante financeiro atribuído ao vencedor, e com apoio do Município de Beja.

A sessão decorre em Évora, na sede da Direção Regional de Cultura do Alentejo, pelas 16 horas e conta com a participação de Joaninha Duarte, Contadora de histórias, Napoleão Mira e a sua performance de Spoken work, Marta d'Almeida e o seu Jazz Alentejano, e de Fernando Évora, com leitura de um texto de Joaquim Mestre.

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  • Anónimo

    E o nosso presidente com as suas vaidosices lá vai...

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