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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

PISCINA COBERTA DE BEJA JÁ REABRIU 

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A Piscina Coberta de Beja retomou a sua normal atividade estando aberta nos dias úteis entre as 08h00 e as 21h00, exceto à segunda-feira em que a manhã é reservada para a sua manutenção. Aos sábados e domingos funciona até às 14h00.

Este equipamento conta com 250 utilizações mensais, de utilização livre, dos centros de fisioterapia, das escolas do concelho e do associativismo desportivo.
Os preços não sofreram alterações em relação aos últimos anos.  Até aos 9 anos a entrada é gratuita, dos 10 aos 17 anos e para maiores de 64 anos o valor a pagar é 1.80€/hora, e dos 18 aos 64 anos, 2.25€/hora.
Por 13,35€ é possível fazer um cartão de utente que inclui 5 horas de utilização livre da piscina. Este cartão é recarregável, no mínimo, com 1 hora - 1.45€ para criança dos 10 aos 17 anos e 1.80€ para adultos. 

In: B NEWSLETTER | 14 de outubro de 2016 | Câmara Municipal de Beja

“O NOVO NORMAL” NA EDUCAÇÃO VEIO PARA FICAR?

Mais de um mês depois da abertura do novo ano lectivo, podíamos escrever de novo o que escrevemos aqui há um ano. Ainda não foram colocados os professores de ensino especial nem os terapeutas de apoio ao alunos que deles necessitam. Continua a saga da dificuldade de substituição dos professores que faltam, o que obriga à distribuição dos alunos dessas turmas por outras, com a perturbação que isso gera. Ainda há falta de pessoal auxiliar em muitas escolas, o que levou a que os trabalhadores ao serviço fizessem greve hoje numa escola, devido à sobrecarga de trabalho.

E perante esta “nova normalidade” o governo e os responsáveis do Ministério da Educação, que afirmaram que o novo ano lectivo tinha começado com normalidade, não aparecem a pedir desculpa por estas faltas, nem a informarem quando elas vão ser ultrapassadas.

E nós, os pais e encarregados de educação, que em anos anteriores nos mobilizámos para reivindicar a resolução rápida destes problemas, parece que nos habituámos a esta “nova normalidade”, talvez anestesiados pela “geringonça”… Mas isso não pode acontecer! Não podemos aceitar o que sempre contestámos. Não podemos calar a nossa indignação perante o mau funcionamento dos serviços públicos, designadamente os de Educação, que ano após ano, repetem as mesmas falhas, que mais penalizam os alunos que mais necessidades têm. Não nos podemos acomodar quando estão a lixar o futuro dos nossos filhos!

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