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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“As pontes e o reservatório”

Este o título de uma artigo de opinião do Eng.º Joaquim Carrusca, que termina assim (no que se refere ao reservatório):

«Por associação de ideias e tendo em conta as devidas proporções, lembro a discussão que algumas pessoas em Beja mantêm, quanto ao destino a dar ao reservatório elevado que, durante cerca de 75 anos, fez parte do perfil da cidade. É este o motivo por que algumas pessoas defendem que o reservatório seja poupado.
Este reservatório foi construído para substituir, com notória melhoria de funcionalidade, o primitivo que era – pasme-se! – uma cuba metálica colocada sobre a totalidade do terraço de cobertura da igreja da Misericórdia, hoje monumento nacional. Esta agressão ao monumento obrigara a que o brutal aumento dos impulsos dos arcos fosse absorvido por tirantes de ferro que roubaram à estrutura toda a pureza arquitetónica do estilo dela. As coisas compuseram-se quando o reservatório elevado de betão armado foi construído. Este atingiu o tempo de vida que a literatura da especialidade atribui como fronteira económica para estruturas deste tipo: 75 anos.
Enquanto não houvesse solução alternativa, o reservatório teria de se manter e ponto final. Mas consta que não funciona há uma dúzia de anos. Vejamos que nem vale a pena discutir sobre o interesse que poderá ter a conservação museológica de uma estrutura, apesar de a mesma ter marcado, durante o curto período de 75 anos, o perfil da vetusta cidade de Beja.
Beja, que tanta importância teve no período romano, sofreu, ao longo de séculos posteriores, depredações, roubos e destruições do seu património. Agora que se põem a descoberto testemunhos importantes da antiga grandeza, entre os quais avultam os estilóbatos (bases) de dois grandes templos romanos do fórum de Pax Julia e parte de uma enorme basílica, há todo o interesse em dar a máxima expressão aos testemunhos e ao seu envolvimento.
O já inoperante reservatório está lá a empatar as coisas e a desvalorizar a riqueza cultural dos achados. Já foi útil: serviu para garantir carga (pressão) e a regularização de caudais na zona alta da cidade. Agora, ao contrário das duas referidas pontes, está no sítio errado. Sou pois dos que opinam que deve ir abaixo.»

OURIQUE CONTINUA APOSTAR NA ELECTRIFICAÇÃO RURAL

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A autarquia de Ourique continua  a apostar na electrificação rural. Neste momento está concluído mais um bloco de eletrificação rural na zona de Fragura, na Freguesia de Ourique e brevemente vai começar a eletrificação rural da zona de Boga/Palheirinho, na Freguesia de Santana da Serra. 

A autarquia vai, desta forma, concretizar um investimento total de cerca de 75 mil euros,  numa aposta de valorização do território e da criação de condições de vida e de trabalho para as pessoas.

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  • Anónimo

    Tens toda a razão. Já cá faltava a patetice da com...

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    Vote no PAN.

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    Já cá faltava a patetice da habitual comparação co...

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