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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“O IMPORTANTE É NÃO CANSARMOS AS PALAVRAS!”

Escrevo-lhe porque li hoje a sua carta aberta ao Sr. Presidente João Rocha. Infelizmente tenho sentido na pele que a nossa voz dificilmente chega aos ouvidos moucos de quem faz apenas por ouvir o que quer. Talvez se gritarmos muito alto, ou então, esgotada a melodia, escrevermos o que somos e o que sentimos. O importante é não cansarmos as palavras!

Neste sentido partilho consigo a dor que é ver o nosso oásis, seco de possibilidades, fechado desde Fevereiro. Falo sim do Cais na Planície, no parque da cidade de Beja que após longas tentativas junto da CMB, se viu obrigado a fechar. A população está descontente mas a sua voz não chega. A tripulação deste "barco" tem feito o melhor que pode para encontrar soluções mas remar contra a seara é ainda mais difícil do que remar contra a maré! Brinco com as palavras, é a minha forma de chorar o que sinto.

Em suma, partilho consigo mais uma triste realidade da minha cidade, através do texto que escrevi e que procura explicar à população o porquê do Cais na Planície estar fechado. Se sentir, como eu, que passar a palavra faz a diferença, peço-lhe e agradeço-lhe profundamente que o faça.

 

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Fica então o link para o acesso à publicação feita no facebook:https://www.facebook.com/721507954627633/photos/a.732792376832524.1073741829.721507954627633/793138714131223/?type=3&theater

 

Um bom dia e um bem-haja pelo trabalho que faz! 

Mariana Brito Lança

 

(recebido por e-mail)

FLORIVAL BAIÔA MONTEIRO “NÃO CONCORDA COM A OPÇÃO DEMOLIÇÃO DESTA FORMA”

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Dos especialistas convidados a escrever sobre o tema há um, eu, que não concorda com a opção da demolição deste modo. A torre não afecta as escavações, e só poderia ser demolido com conhecimento do projecto museológico, da qualidade excepcional do projecto arquitectónico e, não menos importante, se haveria reconstituição parcial do templo romano. Só com o conhecimento dos projectos e uma discussão pública se poderá tomar uma decisão sobre a importância da memória de um povo. Demolir património é algo irreversível e irrecuperável.

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