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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

NÃO DEIXEM MORRER O CEBAL, PORRA!

O Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL) é uma unidade de investigação e desenvolvimento privada, sem fins lucrativos, sediada na cidade de Beja. Foi criada há quase uma dezena de anos por iniciativa do presidente da CMB de então, Francisco Santos e do Professor João Batista, com o apoio de diversas entidades e pessoas.

O CEBAL representa o melhor que alguma vez se fez na nossa região. Resultou de uma visão estratégica, que se mostra cada vez mais actual e da iniciativa e do envolvimento cooperativo de pessoas e entidades que souberam colocar os interesses da região acima dos interesses de capela.

Quando estavam a ser criadas condições para a sua consolidação e desenvolvimento, eis que as vistas curtas e os interesses de capela de alguns se estão a sobrepor aos interesses da região, que precisa de investigação e conhecimento nestas áreas, para poder dar um salto qualitativo na afirmação dos seus produtos .

Esta situação está a levar ao definhamento do CEBAL, que já viu partir alguns dos seus principais investigadores e corre o risco de ter de encerrar, uma vez que dispõe de recursos financeiros para poucos meses de actividade e não mostra capacidade de recorrer a fontes de financiamento, para o que necessita da cooperação de outros centros de investigação.

A Câmara Municipal de Beja, o NERBE, a ACOS e o IPBeja (entre outras entidades) têm de ser capazes de encontrar soluções capazes de inverter este caminho e assegurar a viabilidade de uma das mais importantes (até pelo simbolismo) instituições da região. Se não o fizerem – elas e os seus responsáveis -, não deixarão de ser julgados pela História se o não forem antes pela sociedade.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Concordo em absoluto que o caminho não é por aí.

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