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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

VIVEMOS NUMA SOCIEDADE CADA VEZ MAIS ESTERILIZADA

DSC_0012.jpgViver numa aldeia, como eu vivo por opção, junto de uma queijaria, com um terreno à volta onde apascentam ovelhas, que durante o Verão dormem junto do muro do quintal, a umas centenas metros de umas lagoas de tratamento de esgotos e com vista para o cemitério talvez não seja um cenário muito atractivo para muita gente. Se a isto acrescentarmos a utilização do quintal como horta, onde temos um pequeno compostor para transformar os restos de comida, folhas e ervas em adubo e um canil com dois cães talvez a situação se torne quase repulsiva para as pessoas que só admitem viver em apartamentos ou vivendas com todo o solo impermeabilizado. Parece ser este o paradigma da maioria da população que tem vindo a afastar-se e a ser afastada do campo e da natureza, por políticas e medidas que estão a esterilizar cada vez mais a sociedade em que vivemos. Neste momento, praticamente nada se pode fazer no campo sem ter de tirar não sei quantas autorizações e outras tantas formações, quer se tenha uma exploração empresarial quer se tenha uma pequena exploração familiar ou mesmo uma pequena horta para produção de alguns produtos para consumo próprio.
Uma das últimas medidas destas impede a aquisição de produtos fitossanitários, por menor que seja a quantidade, a quem não tem formação específica. Esta medida está a obrigar pessoas que viveram e trabalharam toda a vida no campo, muitas de idade avançada, que exploram pequenas (minúsculas, muitas vezes) unidades familiares a terem de optar entre acabar com a actividade de sempre ou a fazerem a sua primeira formação, que nem sempre é barata. Ou seja, transformaram uma medida correcta para quem está a iniciar-se na actividade agrícola empresarial numa machada final de grande parte da agricultura familiar de subsistência, com todas as consequências que daí resultam.

RESIALENTEJO PREPARA CANDIDATURAS NO VALOR DE 1,8 MILHÕES DE EUROS

020220161709-117-resialentejo_.JPGA Resialentejo tem em curso a elaboração de 4 candidaturas tendo em vista o cumprimento das metas do Plano Estratégico para os Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) 2020.
A Empresa Intermunicipal de Tratamento e Valorização de Resíduos, que beneficia os concelhos de Castro Verde, Serpa, Almodôvar, Beja, Ourique, Mértola, Moura e Barrancos, vai avançar com uma candidatura para a 3ª fase de “Optimização da Recolha Selectiva”. O investimento é superior a 1,4 milhões de euros.
A Resialentejo vai ainda candidatar um investimento de cerca de 31 mil euros para o projecto “Replanta”.
A empresa pretende, no quadro de uma parceria com entidades espanholas e portuguesas, candidatar o “ECO2CIR”. O investimento da Resialentejo é de cerca de 157 mil euros na formação de técnicos dos municípios e autarcas e na aquisição de um compactador solar.
A última candidatura destina-se à optimização das centrais de Tratamento Mecânico e Biológico de Beja e Évora e tem um valor de cerca de 253 mil euros.
As 4 candidaturas representam um investimento global na ordem dos 1,8 milhões de euros nos próximos 3 anos. A maior fatia será candidatada ao POSEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos 2014-2020.

Comentários recentes

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    Exactamente!"O tempo é o único capital das pessoas...

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