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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

NÃO TRATEM TÃO MAL O FUTEBOL

Gosto muito de futebol. Gosto muito do Benfica e quero que ele ganhe sempre. 

Num jogo de futebol intervêm directamente 11 jogadores e 2 treinadores de cada lado, mais 4 árbitros. Para além de dirigentes, outros técnicos, médicos, massagistas, etc, que não têm (não devem ter) uma intervenção tão directa como aqueles. 

Assim sendo, porque é que nos dias a seguir aos jogos só (quase) se fala das arbitragens dos principais jogos? E sempre porque algum dos grandes acha que os árbitros prejudicaram a sua equipa. Parece que os treinadores não erram na preparação dos jogos, na constituição das equipas, nem nas substituições dos seus jogadores. E parece também que estes não erram, não dão frangos, não falham golos de baliza aberta, não cometem faltas que podiam - e nalguns casos deviam -, evitar. 

Enfim, a análise dos jogos de futebol feita pelos treinadores e por, alguns, dirigentes dos clubes principais resume-se, muitas vezes, aos erros cometidos pelos árbitros contra as suas equipas. Mesmo quando eles só depois de serem vistos e revistos, incluindo em câmara lenta, são detectados. Ou mesmo quando depois disso se mantêm duvidosos. Nunca se queixam dos árbitros quando os erros cometidos por eles favorecem as suas equipas.

Sabemos que o futebol é uma das principais actividades económicas, que mais dinheiro e interesses movimenta directa e indirectamente. Mas, também por isso, o futebol merece mais.

Vítor Encarnação apresenta "Nada mais havendo a acrescentar, em Beja

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Vítor Encarnação apresenta neste sábado, na Biblioteca Municipal de Beja, pelas 16h00, no âmbito da iniciativa Leituras de Fim-de-semana, o seu mais recente livro "Nada mais havendo a acrescentar".
São cento e quatro textos dispersos que falam sobre a vida e sobre outras vidas... Com prefácio do jornalista Paulo Barriga, capa e as ilustrações de Susa Monteiro e arranjos gráficos de Joaquim Rosa, o livro condensa dois anos de crónicas escritas por Vítor Encarnação, publicadas semanalmente no Diário do Alentejo, entre Março de 2013 e Março de 2015.

Luís Filipe Maçarico apresenta “É de noite que me invento”, em Beja

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A Biblioteca Municipal de Beja recebe hoje, no âmbito da iniciativa “Sextas com livros”, a apresentação do livro, de Luís Filipe Maçarico, “É de noite que me invento”.
A sessão tem início marcado para as 18.30 horas e a apresentação da obra é feita por José Orta e Miguel Rego.
Com “É de noite que me invento”, Luís Filipe Maçarico assina o seu vigésimo título de poesia, vinte e quatro anos depois da estreia com “Da água e do vento” (1991).

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