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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“A QUESTÃO DO DEPÓSITO TEM TAMBÉM A VER COM GESTÃO PARTICIPADA, TRANSPARÊNCIA DAS DECISÕES E DEMOCRACIA”

Ainda não percebeu que, atualmente, a questão do depósito tem também a ver com gestão participada, transparência das decisões e democracia?
A decisão de derrubar o depósito serve os interesses da nossa terra e pode contribuir para um caminho de progresso? Não será antes o projeto do Centro de Arqueologia e (Artes) em que se insere o depósito requalificado e o Museu Vivo?
Inactivo e com deficiências estruturais? Ignorância!
Ter uma opinião contrária ao derrube é atacar tudo e todos?
Já agora qual é o valor que traz o derrube? Mais um pequeno troço de um muro que nada vai adiantar na interpretação arqueológica nem na valorização museográfica? Qual o valor que se perde e que se gasta com o derrube?
O apenas porque sim é o argumento dos que querem derrubar porque os que querem requalificar já apresentaram argumentos e as contas!!!
Retirado do comentário de Alentejo dos pequenitos a 3 de Novembro de 2015 às 15:18.

E AGORA, O QUE FAZ O PR?

naom_545371320b8a0.jpgA moção de rejeição apresentada pelo PS foi aprovada com 123 votos a favor do PS, BE, PCP, PEV e PAN e 107 contra. A decisão implica a demissão do executivo PSD/CDS-PP.
Com este resultado o governo de Passos Coelho mantém-se no poder mas com um governo de gestão, dado que o seu programa não foi aceite no Parlamento.
"Antes da apreciação do seu programa pela Assembleia da República, ou após a sua demissão, o Governo limitar-se-á à prática dos atos estritamente necessários para assegurar a gestão dos negócios públicos", determina a Constituição.
A Lei Fundamental diz ainda que "em caso de demissão do Governo, o primeiro-ministro do Governo cessante é exonerado na data da nomeação e posse do novo primeiro-ministro".
Por outro lado, com a demissão do Governo o processo regressa, assim, às mãos do Presidente da República não existindo nenhum prazo estipulado na Constituição para que efetue novas diligências.

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