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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O VELÓRIO

O debate do programa do governo minoritário do PSD e CDS parece-se com um velório. Nele o que tem sido discutido é a herança do governo anterior e o futuro governo do PS, com apoio parlamentar do BE, do PCP e do PEV. Ou seja, exactamente aquilo que se discute nos velórios: a herança do defunto e o que dela vai ser feito pelos herdeiros. E para que a semelhança seja ainda maior, até se dizem umas graçolas para desanuviar o momento.

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Mas também os debates que têm sido feitos para analisar o momento presente não ficam atrás daquele debate parlamentar. Os representantes dos partidos da direita e os comentadores ao seu serviço têm tido, de uma maneira geral, um comportamento e atitudes de que só não se irão arrepender no futuro os que não tenham dignidade, tal tem sido a irracionalidade das suas intervenções.
Não têm conseguido digerir a derrota nas urnas e muito menos a criação de uma alternativa à esquerda. E nem sequer se apercebem de que ao discutirem mais o futuro governo do que o seu, em funções, o assumem como passado e como um defunto.

CHEGOU A HORA DA MUDANÇA NECESSÁRIA

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Estes tês líderes partidários, sabendo interpretar o que os seus eleitorados lhes transmitiram, protagonizaram uma alteração profunda nas relações inter-partidárias, designadamente através de entendimentos que permitem viabilizar um governo do PS com maioria parlamentar constituída pelos três (mais o PEV) partidos.

Não será a maioria de esquerda tão desejada há tanto tempo por muitos de nós mas é seguramente um ponto de viragem na nossa vida política democrática, com consequências para a mais rápida melhoria das condições de vida da esmagadora naioria dos portugueses.

Ninguém deve esperar que todos os problemas com que Porugal se confronta e que afectam os portugueses se resolvam e em pouco tempo. Mas todos devemos exigir que esta viragem histórica na nossa democracia se consubstancie na sustentabilidade económica, na consolidação do estado social, em políticas de inclusão e de cobate às desigualdades.

É que disto seja possível que a direita tem medo. Mas se for possível, como espero, estes três lideres partidários ganharão o estatuto de estadistas e ficarão na História de Portugal.

CONTRIBUTOS DO "PBCT" PARA O PLANO DE ACTIVIDADES DE 2016 DO MUNICÍPIO DE BEJA

581705_496911537070311_1984387385_n.pngO presente Executivo Camarário elegeu como ideia de força central no seu projeto para a cidade o lema: Beja - Alma Criativa.
No desenvolvimento deste conceito, que consideramos interessante, julgamos, no entanto, que ainda há um percurso importante a percorrer.
Até ao momento não é percetível, das ações empreendidas, uma política cultural articulada, uma intervenção que não seja apenas cosmética e efémera de recuperação da identidade/identidades deste nosso centro histórico.
Um conjunto de ideias vagas e a ausência de trabalho efetivo continuado e articulado num projeto integrado, constituem-se em obstáculos para uma relação diferente, continuada e sustentável com os criadores da cidade.
No entender do movimento “Por Beja Com Todos” tardam várias coisas:

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  • João Espinho

    Bem escrito, Lopes Guerreiro. Destaquei lá na minh...

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    Há espaço para todos com certeza! Que o digam as c...

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    Tenho todo o gosto em lhe responder de modo claro!...

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    Muito bem! Exemplo de como uma ideia simples pode ...

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    Devemos viver num planeta diferente, porque neste ...

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