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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A GESTÃO PARTICIPADA DEIXOU DE SER PATRIMÓNIO DA CDU NA CÂMARA DE BEJA?

A Câmara de Beja assume que o depósito de água da Rua da Moeda é mesmo para demolir, mas sem indicar a data em que irá acontecer e revela que a decisão assenta, essencialmente, no facto, do reservatório em causa apresentar falhas estruturais graves que a serem mantidas implicaria a construção de um novo.

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 Sobre as alternativas técnicas ao abastecimento de água na zona mais elevada da cidade, a autarquia bejense afirma que estão pensadas e o vereador Vítor Picado explica como.
Vítor Picado avançou também, à Voz da Planície que a questão da demolição do depósito de água tem sido tratada em estreita colaboração com a Direção Regional de Cultura do Alentejo, entidade da qual se aguarda um parecer sobre esta matéria…

 

O Executivo da CMB persiste na intenção de derrubar o depósito, apresentando argumentos que deveriam ser debatidos e esclarecidos, porque levantam dúvidas, como o que é aqui afirmado pela primeira vez (nunca tinha ouvido): a decisão assenta, essencialmente, no facto, do reservatório em causa apresentar falhas estruturais graves que a serem mantidas implicaria a construção de um novo". Então já não é no interesse arqueológico que "a decisão assenta, essencialmente"?

A participação das pessoas na gestão autárquica constitui uma componente importante do património da CDU. Será que deixou de ser no Município de Beja, que nem a pedido assegura essa participação popular em decisões polémicas como esta?

CRITÉRIOS DA BOA GESTÃO DO BEM PÚBLICO RECONHECIDOS PELA SOCIEDADE

Os critérios da boa gestão do bem público reconhecidos pela sociedade devem ser objectivos, porque quantificáveis. Só assim demonstram e justificam perante o outro, o avaliador, no caso a sociedade.
Vamos tentar enumerar alguns desses critérios:
- zero desperdícios dos dinheiros públicos;
- definição, cumprimento e avaliação de uma estratégia de gestão de criação de valor do bem público;
- capacidade de participação /envolvimento dos actores internos a esse subsistea público;
-imagem externa e interna forte, porque os outros , a sociedade, sente sabe e vê que " aquela gente está ali porque sabe o que está fazendo e nem precisava desse poder para ser diferente...";
-manifestações de princípios de ética e transparência total;
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A completar, se quiserem analisar e discutir ao nível da cidadania.
Comentário de Visao a 27 de Outubro de 2015 às 21:25, AQUI.

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