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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

MANUEL GOMES MORREU

2015101712134513.jpgEsta manhã fui surpreendido a notícia do seu funeral, que se realizou no dia 18. Nem queria acreditar…Desconhecia que estava doente há cerca de dois anos.
Manuel Claudino Martins Gomes, de 55 anos, natural de Cabeça Gorda, era funcionário da EMAS, onde o conheci quando fui presidente dos então Serviços Municipalizados de Beja. O Gomes era um bom Homem e um bom profissional. Tinha estima por ele.
Apresento os meus sentidos pêsames à sua família.

EXECUTIVO DA CMB FOGE AO DEBATE E RESPONDE COM DEMAGOGIA À QUESTÃO LEVANTADA SOBRE O FUTURO DO DEPÓSITO

1423350302468_scrapeenet.jpgO Executivo da Câmara Municipal de Beja tem-se recusado a justificar a sua intenção de demolir o depósito de água da Praça, tendo-se feito representar num debate público, promovido pelo Alvitrando, pelo Administrador Delegado da EMAS, como se a questão se prendesse apenas com o abastecimento de água.
Agora, lançou na RURALBEJA um folheto em que pretende justificar a demolição com depoimentos de especialistas, para além da do próprio presidente da Câmara.
Mais uma vez, o Executivo da CMB aborda a questão como se o futuro do depósito devesse depender apenas do interesse arqueológico.
Tenho estima por todas as pessoas que prestaram declarações sobre o futuro do depósito no referido folheto e todas têm legitimidade para defenderem os seus pontos de vista, que não questiono. No entanto, não posso deixar passar em claro que todos elas, incluindo o presidente da Câmara, não são de Beja, a não ser o presidente da Associação para a Defesa do Património da Região de Beja, que foi o único a questionar a demolição do depósito. E esta sua posição não terá sido por acaso. É que, tal como José Filipe Murteira recordou recentemente, a propósito daquele folheto (ver aqui), no debate realizado pelo Alvitrando, foram levantadas várias questões que continuam sem resposta. E só o seu esclarecimento é que pode ajudar os bejenses a considerar que a demolição do depósito de água é a melhor solução para Beja. Porque, tal como a Investigadora responsável pelas escavações arqueológicas referiu naquele debate, a demolição do depósito pode ser importante para a arqueologia mas podem existir razões mais ponderosas que justifiquem a sua manutenção e reabilitação. E os bejenses – e não apenas os especialistas, por mais válidos que sejam os seus pareceres -, devem ter uma palavra a dizer sobre o futuro do património da sua cidade.
O mínimo que se espera do Executivo da CMB é que não avance com a demolição do depósito sem antes proceder ao esclarecimento de todas as dúvidas que se levantam a propósito do seu futuro, fundamentando a sua decisão, em sessão pública convocada para o efeito.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Foram buscar o antigo imperador JR .....dizem que ...

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    O Imperador está suficientemente saudável para c...

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