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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

VOTE NA MUDANÇA!

A política seguida mostrou que não é solução para Portugal e para os portugueses (com excepção de alguns). Os resultados estão aí à vista, não é necessário repeti-los. Sentimo-los no dia-a-dia.
Não nos devemos acomodar perante as inevitabilidades que nos vendem os defensores da situação. Em democracia há sempre alternativa. E ela depende de nós, da nossa vontade, da nossa intervenção, do nosso voto.
No Domingo, não permita mais que tudo fique na mesma – ou pior -, votando nos responsáveis do estado a que isto chegou. Recuse a continuidade e a estabilidade da política que está a destruir Portugal e a empobrecer os portugueses. Arrisque o desafio de uma nova política a levar a cabo por quem tem combatido a política que nos está a arruinar.
VOTE NA MUDANÇA!

VOTO ÚTIL

Tentam fazer passar a ideia de que o voto útil é apenas o que serve para eleger deputados e arranjar governo.
Não concordo. Acho que a maior utilidade do voto está no contribuo que pode dar para a escolha da política que defendemos. Quantos mais formos os que votamos nessa escolha mais possibilidades são criadas para a impor.
Que utilidade tem o voto que apenas serve para trocar os protagonistas mantendo a mesma política que nos tem arruinado?
Para quem quer mudar de política o voto útil nestas eleições será nas forças políticas que têm combatido esta política e não em quem, com algumas nuances, pretende prosseguir com a mesma política.
EU VOTO ÚTIL. VOTO NA MUDANÇA.

PARA QUE SERVE A CIDADANIA?

Serve para sermos melhores pessoas e participarmos mais conscientemente na construção de uma sociedade melhor.

 

Porque a cidadania implica:
- Saber usar a informação disponível;
- Usar a liberdade com responsabilidade;
- Exigir o cumprimento dos direitos, cumprindo os deveres;
- A defesa do interesse individual subordinado ao interesse colectivo;
- A defesa da inclusão (económica, social, cultural, política);
- A defesa do ambiente, numa perspectiva ecológica.

 

A cidadania deve ser entendida e tratada como um processo de dupla entrada, em que as pessoas individuais, individualmente e colectivamente, devem procurar adquiri-la e em que o estado, as instituições e as pessoas colectivas devem fomentá-la e não usar a publicidade enganosa para fingir que o fazem.

 

Em termos políticos, a cidadania pode ser aprofundada e desenvolvida, designadamente:
- Valorizando as petições populares;
- Promovendo o referendo, quer a nível nacional quer local;
- Permitindo e facilitando a apresentação de candidaturas fora dos partidos;
- Combatendo o desperdício e diferente aproveitamento dos votos, alterando as actuais regras (criando um círculo eleitoral nacional em paralelo com os outros, por exemplo).

 

Estes foram os tópicos da minha participação num debate sobre o tema, promovido pelo Livre – Tempo de Avançar, para que fui convidado.

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