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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O QUE SE PASSA COM A EMAS?

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Há mais de três semanas que esta rotura se mantém no Penedo Gordo, mesmo em frente da esplanada de um café, correndo a água para um sumidouro uns 20 metros abaixo, conforme mostram as fotografias.

Há cerca de uma semana contactei por telefone o piquete da EMAS, tendo o funcionário que me atendeu garantido que ia dar andamento ao assunto. Depois disso enviei dois e-mail's, o último dos quais ontem e acompanhado destas fotografias.

A situação mantém-se. Porquê? Porque não tem importância desperdiçar-se tanta água? Para que servem as campanhas apelando à sua poupança? Quem a paga? Ou por desleixo? Quem assume a responsabilidade? É esta a importância que dão à participação dos cidadãos alertanto para o que precisa de reparação?

CONSELHO ESTRATÉGICO DA CIMBAL EXIGE CONCLUSÃO DAS ACESSIBILIDADES

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O Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Intermunicipal da CIMBAL “exige que sejam concluídos o IP8 e IP2, e que seja reparada a rede de estradas regionais”, recordando que as suspensas em 2011 só agora foram parcialmente retomadas e segundo indica a “Infraestruturas de Portugal”, alguns trabalhos serão apenas de reparação. Assegura, por isso, que “tudo fará em prol desta causa, pretendendo assim, dignificar as pessoas destes territórios de baixa densidade, envelhecidos e cada vez mais empobrecidos”.

SOMOS OS MELHORES E MAIORES

Devemos sofrer de qualquer complexo grave, que nos leva a dar muita relevância a tudo o que se refere a Portugal – e ao Alentejo, em particular –, como sendo ou tendo o melhor ou maior seja lá o que for.
A última notícia que tratamos com esse ênfase é: “Melhor bar de praia do mundo é no Alentejo”.
Temos a maior central solar, temos as melhores praias, temos a maior produtividade de milho, temos os melhores vinhos, somos os maiores produtores de cortiça, …
Não ponho nada disso em causa e sabe sempre bem afagar o ego – sermos bons nisto ou naquilo, termos isto ou aquilo bom. Mas para que nos agarramos tanto aos superlativos? Não nos basta sermos bons ou termos coisas boas e grandes? Porque sentimos tanto a necessidade de sermos os melhores ou termos o maior ou maior isto ou aquilo, se globalmente temos os problemas e as dificuldades com que nos confrontamos no dia-a-dia? Nalguns casos também enfatizamos o que temos de menos bom, como por exemplo a maior desertificação. O que interessa é sermos os melhores ou maiores…

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