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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

A DIFERENÇA ENTRE O ESTADISTA E O FUNCIONÁRIO: Varoufakis e Dijsselbloem

thumbs.web.sapo.io.jpeg“Envergarei com orgulho a aversão dos credores.” Varoufakis demitiu-se do Governo de Tsipras e explicou porquê no seu blogue: “Nós, da Esquerda, sabemos como agir coletivamente sem preocupação com os privilégios das funções”.
Como todas as lutas pelos direitos democráticos, também esta histórica rejeição do ultimato de 25 de junho do Eurogrupo tem um preço elevado. É assim essencial que o grande capital concedido ao nosso governo pelo esplêndido “não” seja imediatamente convertido num “sim” a uma resolução apropriada – um acordo que inclua a reestruturação da dívida, menos austeridade, redistribuição a favor do mais necessitados e verdadeiras reformas.

Entretanto o presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, classificou o resultado do referendo na Grécia como "muito lamentável".

 

Esta diferente postura entre Varoufakis e Dijsselbloem evidencia o distingue um estadista - com visão, colocando os interesses colectivos acima dos individuais, que se demite para ajudar a resolver um grave problema do seu país mas também da União Europeia - e funcionário - que coloca  a manutenção do seu lugar, com imensas regalias, acima de tudo e que, por isso, faz o que julga que os que o podem manter pretendem. 

Infelizmente, o Mundo e a União Europeia e as suas instituições são lideradas por funcionários, quando não mesmo por moços-de-recados, sem qualquer sentido de estado. Foi isso que se viu nos comentários de alguns deles aos resultados do referendo na Grécia: Em vez de usarem de contenção e refletirem e debaterem em conjunto as soluções para a crise que criaram, apressaram-se a insistir nas ameaças ao povo grego, parecendo não se darem conta de que este tinha acabado de dar mais uma lição de coragem e democracia ao Mundo.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Cuidado não morda a língua....ó Zobaida.

  • Anónimo

    Ó Zobaida, se reparou nisso também deve ter visto ...

  • Zobaida

    O Dr. não está parecido...

  • Zobaida

    Deu mais valor a essas coisas do que ao Hospital o...

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    É pena não se dar o devido valor a quem ( uma das ...

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