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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ULSBA DESMARCA CONSULTAS DE ONCOLOGIA

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Confirmou-se o que já se sabia mas que alguns tentaran desvalorizar. Com a saída do Dr. Sérgio Barroso, estão a ser desmarcadas as consultas de Oncologia por ele marcadas. Mesmo as marcadas para o final do ano, como se pode verificar.

Salvo melhor opinião, esta situação só pode ter uma interpretação: A administração da ULSBA não vai conseguir substituir o Dr Sérgio Barroso até ao final do ano ou, pior ainda, vai encerrar o serviço de Oncologia.

Afinal. porque saiu o Dr Sérgio Barroso: Por interesse exclusivamente pessoal, como foi divulgado, ou também - e principalmente -, porque entendeu não ter reunidas as condições para assegurar os níveis de qualidade do serviço por que era responsável?

A situação exige esclarecimentos claros dos responsáveis. E se confirmar o pior cenário, as populações devem mobilizar-se, com a colaboração dos seus eleitos autárquicos, para impedir o encerramento deste importante serviço e o acentuar da degradação do Hospital de Beja.

COLETIVIDADES DEVEM UNIR-SE E TRABALHAR EM COMUM PARA O REFORÇO DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO POPULAR

10959763_392837094210640_4546533764346185769_n.jpgTRÊS PERGUNTAS A JOAQUIM PATRÍCIO, Presidente da direção da Federação das Coletividades do Distrito de Beja, por Nélia Pedrosa, in: Diário do Alentejo


A nova direção da Federação das Coletividades do Distrito de Beja, estrutura distrital da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, pretende reforçar o movimento associativo popular. Como?
Existem mais de 400 coletividades registadas no distrito de Beja. Queremos, com a colaboração dos responsáveis pelo setor associativo em cada um dos 14 municípios, cadastrar quais as que são efetivamente ativas. Vamos mobilizar essas para o movimento associativo procurando que se filiem na confederação. Atualmente são só 48. Vamos desafiar essas coletividades a programarem ações em parceria umas com as outras, para utilizarem melhor os recursos comuns, melhorarem a sua eficácia e terem maiores participações populares.

Que outras metas foram traçadas pela direção agora eleita?
Queremos, com essas coletividades ativas, trabalhar em coletivo e estabelecer um programa de formação regional para dirigentes associativos, um circuito regional de jogos tradicionais alentejanos e um calendário regional de marchas e comemorar em conjunto o aniversário da federação (3 de outubro) e o Dia Nacional das Coletividades (31 de maio), realizando anualmente, numa dessas datas, uma feira do associativismo regional.

Como caracteriza o atual movimento associativo do distrito? Quais são os principais problemas com que se deparam as coletividades?
As coletividades, tal como as autarquias, perderam o sentido do coletivo e praticamente realizam todas as suas iniciativas isoladamente, seguindo os parâmetros determinados para a atual sociedade, enfraquecendo assim, também, o tecido associativo que deveria continuar a ser um pilar de resistência a esse ditame “global”. A falta de dirigentes e voluntários é o fator determinante na vida associativa regional e, por isso, as coletividades devem unir esforços e realizar iniciativas em conjunto. Nem se pode considerar que os problemas de carácter financeiro sejam os mais determinantes nas dificuldades que as coletividades sentem. O problema real é a rarefação populacional que determina um deficit evidente de recursos humanos minimamente qualificados para realizar as iniciativas de forma interessante para as populações e daí verificar-se muitas vezes uma frustração no resultado das realizações associativas. As coletividades devem unir-se e trabalhar em comum para o reforço do movimento associativo popular.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Exactamente!"O tempo é o único capital das pessoas...

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    Boa notícia, nos tempos conturbados actuais.

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