Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ONDE PÁRA A SOCIEDADE BEJENSE? NINGUÉM QUER DISCUTIR ISTO?

Vamos lá lançar, mais uma vez, o desafio:
«A sociedade bejense está amorfa e acrítica, tirando o hospital nada mais se discute nesta cidade. Será porque está tudo bem? Ou porque as pessoas estão acomodadas? Umas porque se dão bem com Deus e com o Diabo, outras porque não querem ter chatices? … Já repararam que quase não há blogs e os poucos que há quase já não têm quem comente, tirando o mesmo assunto de sempre, o hospital? E que quase nem se nota que há oposição? … E onde pára a sociedade bejense? Tristeza é esta pseudo democracia. Ninguém quer discutir isto?»
Anónimo a 18 de Maio de 2015 às 20:03, aqui.

PRIMEIRO CAMPO DE TÉNIS DA ZONA AZUL

DSC_0007.jpg

Ontem, depois de almoçar no Restaurante do Campo de Ténis da Zona Azul, olhei para o que foi o primeiro campo de ténis construído por aquele clube, através de um contrato-programa com o governo e o apoio da Câmara Municipal de Beja e recordei-me do envolvimento que tive nesse processo, enquanto vereador da CMB, em conjunto com o Alberto Horta, então presidente da Zona Azul.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Tristeza de comentário!

  • Anónimo

    Vamos lá ver como é que os nossos políticos e afin...

  • Anónimo

    Fartura de partidos! Tudo quanto é demais não pres...

  • Anónimo

    Tem razão! No entanto é necessário não perder voz,...

  • Anónimo

    Foram buscar o antigo imperador JR .....dizem que ...

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds