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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CÂMARA DE SERPA CONCLUIU REQUALIFICAÇÃO DA RUA SERPA PINTO

050420151548-791-entradaserpa.jpgA intervenção situou-se ao nível do sistema de águas pluviais e veio resolver o problema da inundação da faixa de rodagem quando se verificava elevada pluviosidade.
Em paralelo foi feita uma configuração similar à restante Circular Interna.
A construção do passeio permite melhorar as condições de segurança no acesso dos peões ao espaço do mercado mensal.
Tomé Pires, presidente do município, realça que foram resolvidos alguns dos problemas sentidos na única entrada “que carecia de alguma requalificação”.

Ler e ouvir AQUI.

"A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PRECISA DE TER MAIS PLASTICIDADE E DE VER NAS PESSOAS UM MEIO PARA ALCANÇAR METAS: COM ELAS, E NÃO APESAR DELAS."

Burnout: O fim da linha
A escassez de recursos e a pressão para obter resultados estão a levar cada vez mais trabalhadores ao esgotamento físico e emocional. Faça o testa e perceba se está stressado ou em "burnout".

Ler mais: http://visao.sapo.pt/burnout-o-fim-da-linha=f815465#ixzz3WTJonXeU

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O economista Eugénio Rosa acredita que é urgente refletir sobre "os deuses que dominam as sociedades atuais - a competitividade, o individualismo, o desejo de vencer e ser o melhor - e que as empresas premeiam, sem estimular a cooperação". A psicanalista e psicóloga do trabalho Tânia Pinto faz uma distinção entre o stresse, "ligado à urgência e ao too much" e o esgotamento, que "é da ordem do never enough, ou seja, nunca se é suficiente para fazer o que é pedido ou que o próprio se impõe". E chama a atenção para o discurso paradoxal da organização do trabalho: o "se está tudo nas tuas mãos e não aguentares é porque és fraco" coloca as pessoas num beco sem saída. "Não há absentismo mas presentismo, está-se lá mas não se investe." Sobretudo ao nível dos quadros, que se defendem do sofrimento ético com a atitude "não vi, não ouvi". A cultura do silêncio potencia situações limite, como as vagas de suicídios ocorridas há anos, no processo de reestruturação da France Telecom. Aí, prossegue Tânia Pinto, "o desmembramento de equipas e o subdimensionar do problema voltou-se contra os que os promoveram". A grande lição a tirar: "A organização do trabalho precisa de ter mais plasticidade e de ver nas pessoas um meio para alcançar metas: com elas, e não apesar delas."

Ler todo o artigo AQUI.

 

Aqui está um assunto de grande pertinência e oportunidade, que mostra como empregadores prejudicam as suas organizações ao não contarem com os seus trabalhadores como meios fundamentais para alcançarem as suas metas. Como diz o ditado: quem tudo quer tudo perde...

OVIBEJA PROMOVE MAIOR ENCONTRO DO CANTE DE QUE HÁ MEMÓRIA

A Ovibeja 2015, naquela que é a sua 32ª edição homenageia o cante alentejano, com diversas iniciativas, entre elas a realização do maior encontro de grupos corais de que há memória.

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O cante vai ser assim, um dos temas centrais da Ovibeja, através de uma exposição interativa, de palestras e colóquios sobre a origem e a importância do canto coral, da sua expressão antropológica e sociológica, da atuação de grupos corais alentejanos existentes em todo o País e nos diversos países onde há grupos organizados e ativos, além das mais variadas manifestações culturais associadas ao cante.
A Ovibeja inaugura, a 29 deste mês, quarta-feira, com um dia dedicado ao ensino do cante nas escolas, sugere para quinta e sexta diversas tertúlias no espaço temático e no sábado realiza o grande encontro do cante, que vai reunir mais de 2000 cantadores e que será o maior de que há memória.
Ler e ouvir AQUI.

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