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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

MOSTRARAM QUE VALE A PENA CONTINUAR ALVITRANDO

10952406_877618118949765_4625347112591314070_n.jpgAo encerrar o debate realizado ontem à tarde sobre o "Futuro do Depósito da Praça: DEMOLIÇÃO ou REABILITAÇÃO?", afirmei que a participação de tanta gente (cerca de uma centena) mostrou que valia a pena continuar ALVITRANDO este e outros assuntos.

A realização deste debate mostrou, em meu entender e entre outras coisas, que:

- A sua realização era necessária, pertinente e oportuna;

- O assunto tem mais importância do que muitos lhe atribuiram;

- Não estava - nem ficou no debate -, demonstrada a inevitabilidade da demolição do Depósito nem sequer que é a melhor solução;

- A Câmara Municipal de Beja, se continuar a pretender avançar com a demolição, deve promover um novo debate onde apresente a fundamentação técnica, de custo-benefício e outras que que justifiquem tal decisão;

- As pessoas participam nos debates quando consideram que a sua particpação pode contar para as decisões;

- Se pode organizar debates, promovidos por um simples blogue e com divulgação através das redes sociais, mesmo sem (quase nenhuma) divulgação feita pela comunicação social; 

- Afinal a questão não é um "não-assunto" que só é colocada em debate por falta de assuntos a questionar.

DECLARAÇÃO DE AMOR A BEJA

DSC_0001.jpg

É assim que podemos classificar a realização do debate público sobre “O FUTURO DO DEPÓSITO DA PRAÇA: Demolição ou Reabilitação”, que o Alvitrando promove esta tarde, pelas 18 horas, no Centro Social do Lidador, em Beja.
É de facto o amor que temos a Beja que nos levou a aceitar este desafio, de forma a evitar que uma eventual demolição do Depósito da Praça possa acontecer sem que o assunto seja debatido e esclarecidas as razões que fundamentam tão grave decisão.
Beja vive ainda traumatizada pela razia demolidora registada dos finais do Século XIX e princípios do Século XX, que levou ao desaparecimento de importantes edifícios, empobrecendo o seu património arquitectónico e diminuindo-a na comparação com outras cidades em que tal não aconteceu.
É verdade que o Depósito da Praça ainda não tem um século, mas não é menos verdade que ele marca significativamente a Cidade, quer a sua silhueta, quer a sua história, porque é o elemento que melhor representa o progresso registado com o abastecimento domiciliário de água.

O que existe.jpg

É ainda verdade que à sua volta foram finalmente postos a descoberto importantíssimos vestígios arqueológicos que muito irão valorizar a Cidade, pelo que uma questão central que se coloca a debate seja precisamente a de apurar se a arqueologia e o depósito podem coexistir ou não, o que só por si pode ser determinante para o seu futuro.
Pretendemos que o debate seja sereno e esclarecedor, privilegiando a apresentação de argumentos válidos em defesa de cada solução enunciada em vez da discussão crispada e clubística. Todas as posições e argumentos são respeitáveis, independentemente de concordarmos ou não com eles.
Estamos certos de que sairemos deste debate gostando ainda mais da nossa Cidade.

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