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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

PRETENDIA EVOCAR O FIGUEIRA MESTRE...

index.jpg... realizando o debate "O FUTURO DO DEPÓSITO DA PRAÇA: demolição ou reabilitação", hoje, dia em que completaria os 60 anos, mas tal não foi possível devido à indisponibilidade de um dos oradores.

Sei - sabemos todos os que o conhemos -, que o Nelo estaria envolvido neste debate, tal era o seu interesse pelo patrimóno de Beja, a sua/nossa cidade. Não importa qual fosse a solução que defendesse sobre o assunto, mas seguramente que defendia que ele fosse anplamento debatido. 

Aqui fica, apesar de tudo, a minha evocação de um grande amigo, de uma figura incontornável da História de Beja.

“OS HOSPITAIS PÚBLICOS TER-SE-ÃO DE CONFRONTAR COM A REGULAÇÃO”

"Retomando a breve introdução feita no artigo anterior, refira-se ainda que os processos de criação dos “Hospitais SA” e da sua transição para “Hospitais EPE” não transformaram o modelo de comando administrativo centralizado, que remonta há mais de 60 anos. Pelo contrário, resultaram em reforço do centralismo, deitando por terra as promessas de agilização e autonomia.
O único grande estudo de desempenho económico comparado, publicado em 2008 (Ana Harfouche, ISCSP) demonstrou que na empresarialização dos hospitais não ocorreu ganho de eficiência. A causa desse falhanço porventura reside no facto de ter-se evitado tocar no que define o modo de produção, designadamente quem controla o valor acrescentado. A política da direita na saúde tem combatido frontalmente a mudança do comando e do modo de produção dos hospitais públicos.
Para todos os que desejam que o SNS seja sustentável no futuro, faz todo o sentido continuar a propugnar que os hospitais possam reapropriar, ainda que parcialmente, as margens implícitas ou explícitas que a sua atividade gera. É nessa linha estratégica que nos inserimos, tal como outros igualmente pensando que a retenção e gestão “de uma dada margem de valor acrescentado deverá ter em vista desenvolver uma modalidade desassalariada de retribuição do trabalho que ligue a remuneração ao valor da produção por forma a conquistar um novo, estimulante e cooperativo compromisso”.
Tal compromisso libertaria o potencial produtivo e o talento dos profissionais do SNS, no interesse maioritário da sociedade. Essa evolução do contrato social exigiria maior autonomia e autogoverno das unidades de saúde, o que teria de ser necessariamente equilibrado por responsabilização e contra regulação externas.
Os hospitais públicos ter-se-ão de confrontar com a regulação, nomeadamente em relação: a) à qualidade das práticas, b) à garantia dos direitos dos utentes, c) à adequação e pertinência dos atos. A regulação deverá evitar o descarte de patologias pesadas e dispendiosas. Deverá ainda avaliar o cumprimento contratual efetuado com a agência de financiamento.
Apesar de já ter sido apontada há mais de uma década, esta ideia ainda não conquistou as mentes no nosso local de trabalho, a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo. Será imprescindível que se tornem claras as potencialidades vantajosas dessa ideia, para que também os profissionais da ULSBA a tomem como sua e unidos pressionem os decisores a trilhar esse caminho."
Munhoz Frade

FIBRAS NATURAIS DO ALENTEJO PRESENTES NA FEIRA DE TÊXTEIS EM MADRID

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O projecto “FIOS – Fibras Naturais Inovação e Sustentabilidade”, promovido pela Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) está a partir de hoje em Madrid, na MOMAD – Feira de Têxteis, Calçado e Assessórios.
A MOMAD é um dos maiores certames de moda do sul da Europa. As fibras naturais do Alentejo, nomeadamente a lã, fazem-se representar com o objectivo de obter contactos que possam “trazer frutos para a internacionalização das fibras e conhecer estilistas e designers de renome a nível mundial que possam vir a incorporar as fibras do Alentejo nas suas criações”.
No stand do projecto FIOS vão estar expostas peças contemporâneas e tradicionais confeccionadas por vários empresários.
In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=6274

Comentários recentes

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    Gosto.Categoria de mensagem. Teria a mesma mensag...

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