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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ARTE PÚBLICA APRESENTA “PARA ALÉM DO MURO”

calend_rio.jpgA arte pública apresenta, em estreia absoluta, no Pax-Julia - Teatro Municipal de Beja, PARA ALÉM DO MURO, de Gisela Cañamero.
O texto - situado em Berlim, durante a construção do Muro - enraíza-se na trágica vivência a que foram sujeitas milhares de pessoas durante o Holocausto - e, mais precisamente, no Gueto de Varsóvia.
Dirigida por Gisela Cañamero, a produção conta com as interpretações dos actores Isabel Mões, Telmo Mendes, João Vasco Henriques, Luzia Paramés e João Carracedo, cenários e figurinos de Inês de Carvalho e Helena Calvet, direcção técnica de José Manhita, assistência de Laura Del Rio e Rúben Trombinhas e produção executiva de Raul Bule.
ESTREIA: 24 Janeiro 2015 22:00h
Outras sessões: 27, 28, 29 Janeiro 2015 22:00h
Palestra por António Sousa Ribeiro “A Contemporaneidade do Holocausto”, seguida do lançamento do texto dramático Para Além do Muro - 27 Janeiro* 2015 18:00h, Biblioteca Municipal de Beja
* data em que se assinala os 70 anos da libertação de Auschwitz

In: http://alemmuro.blogspot.pt/?view=classic

3 PERGUNTAS A… CARLOS JÚLIO

cjulio-1708.jpgA “Imenso Sul” faz 20 anos. O que se conseguiu com este projeto jornalístico alentejano e o que ficou depois dele?
Na altura conseguiu-se juntar dúzia e meia de profissionais da comunicação social de todo o Alentejo, que aqui residiam e trabalhavam, num projeto editorial para criar fluxos de comunicação entre as várias parcelas do território e dar a conhecer, a cada uma delas, o que se fazia nas outras. Vivia-se, então, um momento que se pensava poder desembocar na regionalização e este conhecimento da região enquanto um todo parecia-nos duma grande importância, uma vez que todos os órgãos de comunicação social existentes tinham um horizonte concelhio ou, quanto muito, distrital. Ficou essa experiência e a ideia de um órgão de comunicação social que pusesse todo o território alentejano a dialogar entre si.

Nos dias de hoje, com toda a crise que afeta a comunicação social, seria possível erguer de novo um projeto como este?
Hoje é mais fácil trabalhar-se em conjunto, apesar de fisicamente não se partilhar o mesmo espaço. Mas hoje falta sobretudo apoio institucional. Um projeto destes tem que ser considerado relevante pelas instituições regionais – como, em certa medida, o “Imenso Sul” foi – e por elas apoiado publicitariamente.

Como jornalista veterano, como encara os acontecimentos de 7 de janeiro, em Paris?
Penso que, para além de em causa estarem questões específicas ligadas ao fundamentalismo islâmico, tratou-se também de um profundo ataque à liberdade de expressão. Ficou a mensagem: se eu não gostar do que ficou expresso mato o mensageiro. Mas isto não é nada de novo. O poder e os poderes não têm feito outra coisa: através de censura direta ou indireta, têm sempre tentado cercear e limitar a liberdade de expressão, através de leis repressivas, do cerco económico, e da perseguição aos jornais e jornalistas que não lhes sejam afectos. E o número de jornalistas mortos todos os anos (61 em 2014), mesmo em situações que não são de combate, mas em atentados e em ajuste de contas, é bem o exemplo disso. A conclusão é que não nos podemos amedrontar, seja pelas ameaças do vizinho do lado, do político do bairro ou pelo industrial da cidade. Ou pelo fundamentalista que brame uma verdade que julga única. A todos é preciso dizer, citando José Régio, “Não! Não, não vou por aí! Só vou por onde/Me levam meus próprios passos...”.
Carla Ferreira, in: http://da.ambaal.pt/noticias/?id=7052

QUAL O FUTURO DO RAMAL FERROVIÁRIO DE BEJA?

7926059_JyJDG.jpegPara quando a revelação das intenções da CP em relação ao ramal de Beja?
É viável sob o ponto de vista económico?
JÁ QUE EM RELAÇÃO AO SOCIAL, NÃO HÁ A MINIMA DÚVIDA!
É para continuar e manter?
Há expectativas que a linha possa vir a ser electrificada, ou não?
Qual o resultado das conversações entretanto tidas com a CP?

Perguntas para as quais todos gostaríamos de ter respostas, mas enfim...
Sabemos apenas que há autarquias e concelhias de partidos que se vão reunindo com a CP, mas nickles. Nada depois nos é dito ou transparece cá para fora dessas conversas.
Porquê?
Anónimo a 19 de Janeiro de 2015 às 19:57, em: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/nos-existimos-nos-exigimos-em-defesa-2856704#comentarios

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