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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

PCP QUESTIONA GOVERNO SOBRE CPC DE BEJA

160120151159-21-cpcBEJAII.jpgO deputado do PCP eleito por Beja questionou o Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social sobre os acordos de cooperação com o Centro de Paralisia Cerebral de Beja para funcionamento do Lar Residencial.
João Ramos quer saber por que razão não foi orçamentado para 2015, o valor necessário para estabelecer o acordo de cooperação com o Centro de Paralisia Cerebral de Beja para 22 vagas em valência de lar residencial.
Por outro lado, pretende apurar a razão que leva o Centro Distrital de Segurança Social de Beja a recusar falar com a direcção do Centro de Paralisia Cerebral e que garantias pode dar o Governo que o acordo já assinado com o Centro de Paralisia Cerebral de Beja será alargado de 12 para 22 utentes.
In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=6100
e http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=4875

«HOJE IMPERA NO JORNALISMO A TEORIA DO “RESPEITINHO”»

 

 

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Mesmo o mais pequeno jornal de província, ou principalmente esse, sofre diariamente as mais vis sevícias contra a sua autonomia editorial. Não nos iludamos do contrário. A dependência crónica dos meios de comunicação social face aos poderes económicos e políticos cria um tipo de terrorismo invisível e indizível que chega a ser sufocante. Confrangedor. Manhoso. É triste constatá-lo, mas a liberdade de imprensa não tombou a 7 de janeiro de 2015, em Paris. Como agora a choramos. A liberdade de imprensa, se é que alguma vez tenha existido em toda a sua plenitude, há muito que estava enterrada. E agora, pela violência dos factos, apenas foi feito um elogio póstumo à sua memória. Mais nada. Desde o dia em que as notícias passaram a ser simples produtos de mercearia. Desde a altura em que os jornalistas mais “incómodos” foram afastados e as redações se encheram de estagiários e de trabalhadores precários. Desde o preciso instante em que as direções dos meios de comunicação passaram a ser meros fantoches nos dedos das administrações, a liberdade de imprensa sucumbiu. E esse instante, esse dia e essa altura aconteceu há muito tempo atrás. Sem ser necessário disparar um único tiro de metralhadora. Hoje impera no jornalismo a teoria do “respeitinho”. Da dependência. Do medo. Do terror. Da autocensura.
Paulo Barriga, in: http://da.ambaal.pt/noticias/?id=7051

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