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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"Imenso Sul: um projecto jornalístico criado há 20 anos no e para o Alentejo"

Imenso Sul.jpgFaz hoje precisamente 20 anos que um grupo de jornalistas juntou várias dezenas de convidados numa adega da Vidigueira para lhes apresentar um novo projecto editorial, abrangendo todo o Alentejo, que durou vários anos e que se consubstanciou numa revista e num jornal semanário.
O projecto tinha começado a delinear-se na Primavera anterior e juntou 15 jornalistas ou pessoas ligadas à comunicação social de todo o Alentejo: António Carrapato, António José Brito, António Pedro, Carlos Júlio, Carlos Neves, Conceição Rego, Dores Correia, José Frota, José Luís Jones, José Manuel Rodrigues, Luís Rego, Paulo Barriga, Paulo Nobre, Pedro Ferro e Raúl Oliveira. ...
A primeira revista, que começou a ser distribuída nesse dia pelos postos de venda, tinha 66 páginas e um dossier principal onde se analisava nas suas diversas vertentes (económica, social, demográfica, patrimonial, etc.) o Estado do Alentejo. ...
Foi um projecto bonito este, que começou por ter sede na Vidigueira, depois em Beja e, por último, em Évora, com uma revista e com um jornal semanário que marcaram informativamente a região, mas que, no início da década de 2000, soçobrou - como muitos outros - face às dificuldades económicas que se acentuaram na sociedade portuguesa com o fim do guterrismo.
Publicada por A Cinco Tons às 12:05, em: http://www.cincotons.com/2015/01/imenso-sul-um-projecto-jornalistico.html

O QUE JUSTIFICA A EVENTUAL DEMOLIÇÃO DO DEPÓSITO DE ÁGUA DA PRAÇA DA REPÚBLICA?

14919700_GAmbj.jpegDepois de ter publicado o alvitre intitulado “AFINAL QUE FUTURO VAI TER O DEPÓSITO DE ÁGUA DA PRAÇA DA REPÚBLICA?”, in: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/afinal-que-futuro-vai-ter-o-deposito-de-2839470, em que desafiei “os visitantes do Alvitrando a darem a sua opinião e, se quiserem, a debater aqui esta polémica questão”, o anterior presidente da Câmara de Beja, Jorge Pulido Valente, e o administrador-delegado da EMAS, Rui Marreiros, vieram através de comentários a ele, justificar a sua proposta de reabilitação do depósito e a sua utilização como miradouro.
Estranhamente, ninguém do actual executivo camarário ou seus apoiantes apareceu a defender a demolição do depósito. Porque será? Porque não leram o alvitre? Porque não esclarecem dúvidas levantadas em blogues ou neste em particular? Porque não têm argumentos que justifiquem tal eventual decisão? Ou, pura e simplesmente, porque acham que foram eleitos para tomar decisões e não têm de discuti-las, mesmo que nunca antes tenham falado nelas? Espero que alguém ainda venha esclarecer estas questões.

TRABALHADORES DO MUSEU REGIONAL DE BEJA JÁ RECEBERAM O VENCIMENTO EM ATRASO

140120141744-87-MUSEUREGIONALDEBEJAFOTOGRAFIANOVA.A CIMBAL realizou, entretanto, uma reunião com o secretário de Estado da Cultura sobre o Museu e deverá decidir-se sobre esta matéria no decorrer deste mês, explicou Santiago Macias, o presidente da ADB, dizendo que entregou na CIMBAL no dia 30 de dezembro de 2014, um ofício, o terceiro, a pedir o agendamento urgente desta questão.
Apesar dos funcionários já terem recebido o valor em falta do vencimento de dezembro existe contudo, uma dificuldade acrescida, segundo Santiago Macias, que consiste no facto, da ADB já não dispor de orçamento. Neste contexto, Santiago Macias avançou que foi marcada para o dia 14 deste mês uma reunião da ADB para aprovação de orçamento, situação que tem como objetivo garantir o pagamento dos ordenados de janeiro e o funcionamento do Museu Regional até que tudo fique resolvido.
Falta ainda, a secretaria de Estado da Administração Local notificar formalmente a ADB o que dá alguma margem de manobra, em termos de tempo. Seja como for e na opinião de Santiago Macias, a passagem de património, funcionários e gestão do Museu Regional para a CIMBAL é a única alternativa possível, para a resolução da extinção da ADB, ditada pela lei publicada a 26 de junho de 2014.
In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=4769

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    Tem razão! No entanto é necessário não perder voz,...

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