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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"O professor desiludiu–me"

"…
O professor desiludiu–me. A boa imagem que tinha de si desvaneceu-se completamente. Por isso, ficarei muito satisfeito quando deixar de ser ministro, mas manter-me-ei, ainda assim, muito preocupado por saber que continuará a ser professor. É que lhe falta visão. E não, não me refiro ao tipo de visão que limita o Diogo. Refiro-me a uma aptidão que todos os professores (que todo os Homens) deveriam ter - a capacidade de olhar para dentro de outro Ser Humano e ver.
O professor tinha a obrigação de perceber que (antes de todos os outros alunos) os “Diogos” têm direito a uma escola, a educação, a um país a sério, que os potencie enquanto cidadãos na sua plenitude. Envergonha-me viver num país que admite professores (quanto mais governantes) sem a capacidade de compreender que a deficiência é, sobretudo, uma construção social.
Sei agora que o professor não percebe do que falo. Sei que não consegue ver que o mérito académico não pode ser o único critério de progressão social, em prejuízo do valor dos atos, das ideias e dos sentimentos das pessoas.
Deixo-o, por isso, com a sua meritocracia cega..."
Leia oda a Crónica de Opinião de Marcos Aguiar em: 

http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=5338

Porque é que se chegou a isto?

“… como se não bastasse os imbróglios feitos pela tutela da Educação, também no terreno há quem goste também de imbrogliar. Vive-se um clima de desconfiança, de intolerância e insensatez, que leva a comportamentos extremosos. Quem fica a ganhar com a situação?
Convém perguntar porque é que se chegou a isto. Uma coisa é certa: o apoio a alunos com necessidades educativas especiais é insuficiente, tem vindo a diminuir e a agravar-se. Os pais estão preocupados e ansiosos, mas é claro que só podem estar. As direções das escolas tentam defender o indefensável, pois o receio da tutela é superior, têm que dar a cara pelas decisões dos gabinetes, mas a realidade está ali bem na frente e então quando não há como argumentar, chama-se a polícia para acalmar uma mãe preocupada.
A infração maior é feita quando se decide nos gabinetes o corte do apoio aos alunos que necessitam efetivamente de um apoio diferente.
Anónimo a 20 de Outubro de 2014 às 22:14, em: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/nada-disto-aconteceu-2793869#comentarios

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