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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“É triste termos de denunciar, ano após ano, os mesmos problemas”

Zé LG Zé LG, 03.10.14

“É fácil dizer para esperar. É cómodo querer fazer acreditar...mas os pais e sobretudo as crianças, é que sofrem. Já vamos no 2º ano e nada! lamentavelmente estamos a andar para trás. Estamos em pleno séc. XXI, não no séc. passado. Antigamente não haviam telemóveis nem computadores; a idade média de vida era substancialmente inferior; a morte de uma criança era aceite com normalidade; os miúdos com problemas físicos ou psíquicos eram discriminados; a televisão, quando a havia, era a preto e branco, como boa parte da vida portuguesa; a Internet o correio electrónico e o skipe eram ficção científica; chegaram a ser tempos que até nem havia liberdade. Temos que nos recusar a voltar a esses tempos e lutar pelos nossos direitos e pelos dos nossos filhos, particularmente quando são mais frágeis ou necessitados! É triste termos de denunciar ano após ano, os mesmos problemas, como também é triste assumirmos posturas diferentes: grande e quase histérica berraria reivindicativa, ou de passividade e de conformismo cúmplice, consoante as cores, alianças ou conveniências político-partidárias. Quando se trata de problemas tão graves e tão sensíveis como estes, todas as vozes são poucas, todo o inconformismo é insuficiente, toda a reivindicação é justa, ainda que com racionalidade e bom senso. E digo isto a começar pelas escolas e pelos seus directores. Não chega ser-se direcção e arranjar conluio e alianças partidárias, pois o importante é saber-se ser director ao serviço da escola e dos alunos. Logo a seguir a Câmara, tão reivindicativa, quase histérica outrora, e tão acomodada e conformada agora...
É pena, mas a verticalidade e os princípios são cada vez mais raros na nossa sociedade!
verdade a 3 de Outubro de 2014 às 02:53”, em: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/grito-de-revolta-2783361#comentarios