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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“É triste termos de denunciar, ano após ano, os mesmos problemas”

“É fácil dizer para esperar. É cómodo querer fazer acreditar...mas os pais e sobretudo as crianças, é que sofrem. Já vamos no 2º ano e nada! lamentavelmente estamos a andar para trás. Estamos em pleno séc. XXI, não no séc. passado. Antigamente não haviam telemóveis nem computadores; a idade média de vida era substancialmente inferior; a morte de uma criança era aceite com normalidade; os miúdos com problemas físicos ou psíquicos eram discriminados; a televisão, quando a havia, era a preto e branco, como boa parte da vida portuguesa; a Internet o correio electrónico e o skipe eram ficção científica; chegaram a ser tempos que até nem havia liberdade. Temos que nos recusar a voltar a esses tempos e lutar pelos nossos direitos e pelos dos nossos filhos, particularmente quando são mais frágeis ou necessitados! É triste termos de denunciar ano após ano, os mesmos problemas, como também é triste assumirmos posturas diferentes: grande e quase histérica berraria reivindicativa, ou de passividade e de conformismo cúmplice, consoante as cores, alianças ou conveniências político-partidárias. Quando se trata de problemas tão graves e tão sensíveis como estes, todas as vozes são poucas, todo o inconformismo é insuficiente, toda a reivindicação é justa, ainda que com racionalidade e bom senso. E digo isto a começar pelas escolas e pelos seus directores. Não chega ser-se direcção e arranjar conluio e alianças partidárias, pois o importante é saber-se ser director ao serviço da escola e dos alunos. Logo a seguir a Câmara, tão reivindicativa, quase histérica outrora, e tão acomodada e conformada agora...
É pena, mas a verticalidade e os princípios são cada vez mais raros na nossa sociedade!
verdade a 3 de Outubro de 2014 às 02:53”, em: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/grito-de-revolta-2783361#comentarios

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