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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

OS "ESPECIAIS" INVISÍVEIS

Os alunos com necessidades educativas especiais (NEE) parecem invisíveis para o governo e para os mega-agrupamentos escolares, principalmente no início do ano lectivo.
O governo e os responsáveis dos mega-agrupamentos escolares não os devem ver, porque não informam os pais e encarregados de educação se lhes vão ser concedidos apoios nem quando estes vão começar nem lhes atribuem horários desses apoios.
Duas semanas depois de terem começado as aulas, andam na e pela escola como se não necessitassem de cuidados especiais. Se não fossem os responsáveis, os professores e demais pessoal das escolas não sei o que poderia acontecer-lhes. Ficam depositados aos magotes nas salas de apoio que lhes são destinadas à guarda de apenas um auxiliar educativo, vão tomar as refeições em grupo acompanhados igualmente de apenas um auxiliar educativo... E se e quando algum deles tem uma crise que necessite de atenção exclusiva desse auxiliar o que acontece aos outros, ficam entregues a si mesmos?!...
Escolas que já foram modelos da inclusão destes alunos vêem-se agora a braços com todas estas dificuldades: atraso na colocação de professores de ensino especial, terapeutas e pessoal auxiliar e sua colocação em números insuficientes.
Por tudo isto, não podemos deixar de nos comover quando uma professora, no dia da recepção do novo ano lectivo, propôs um louvor a toda uma turma pela forma como acolheu e tratou os colegas “especiais” e todos os alunos e pais responderam com uma salva de palmas, que também lhe foi dedicada, como é evidente.
A professora explicou na altura que se os alunos sem necessidades educativas especiais se comportaram exemplarmente com os que têm essas necessidades, também eles muito beneficiaram com o convívio com estes, porque aprenderam a ser pessoas melhores pelos valores que apreenderam melhor.

Quando é que estes alunos "especiais" deixam de ser invisíveis para quem decide e passam a ter os apoios a que têm direito? Trata-se de cumprir DIREITOS e não de fazer favores, como alguns decisores parecem entender o que está em causa.

ESCOLHA DIFÍCIL

Os militantes e simpatizantes do PS vão hoje votar para escolher qual dos António’s – Costa ou Seguro -, preferem que seja candidato a primeiro-ministro.

Parece-me uma tarefa difícil, não só pelo que (não) os distingue mas, fundamentalmente, pelas garantias que (não) dão para que - se algum deles vier a ser primeiro-ministro -, venham fazer muito de diferente, para melhor, do que os anteriores e o actual primeiro-ministro.

Não faço parte dos que vão fazer essa escolha, mas, porque o debate foi público, tenho algumas opiniões sobre os oponentes - pareceram mais inimigos do que adversários e muito mais do que apenas concorrentes, que é o que se esperava que fossem.

Nunca simpatizei muito com Seguro, porque sempre me pareceu um pouco frouxo e demasiado comprometido com o aparelho, com o que isso pode significar de pior e pouco virado para a esquerda. Mas gostei de algumas posições e propostas que defendeu durante ao governação de Sócrates e o chegar-se à frente quando outros se encolheram.

Simpatizava mais com Costa, por ser mais empático, parecer mais claro e mais à esquerda. Enquanto ministro das Autarquias não deixou saudades, porque fez aprovar da legislação que mais as prejudicou. Hesitou em avançar nalguns momentos em que esperavam que o fizesse.

Os debates não ajudaram a esclarecer muito, nem sobre as propostas que têm para o país (e das poucas que apresentaram algumas era melhor não as terem), nem sobre o que os distingue, designadamente o que pode fazer de cada um melhor candidato e melhor primeiro-ministro, se o PS vier a formar governo.

Ao contrário, julgo que os debates deixaram-nos uma pior imagem de qualquer deles do que a pior que podíamos ter antes deles.

Assim sendo e admitindo que estas minhas dúvidas possam ser partilhadas por parte do seu universo eleitoral, estou curioso como este se vai comportar: Que percentagem vai votar, maior entre militantes ou simpatizantes, e qual o sentido de voto de uns e de outros.

Julgo que será um pouco à volta da interpretação destes resultados que se poderá perspectivar melhor o futuro do PS, eventualmente dos partidos em geral e do país.

“Um PCP mais forte! Com os trabalhadores e o povo - Organizar, intervir, lutar!”

A DORBE do PCP aprovou o projecto de Resolução Política da 8ª Assembleia de Organização Regional de Beja do PCP que vai decorrer, a 16 de Novembro, no Cineteatro Municipal de Castro Verde.   

Sob o lema “Um PCP mais forte! Com os trabalhadores e o povo - Organizar, intervir, lutar!” o documento vai, a partir de inícios de Outubro, estar disponível em todas as organizações do partido, nos 13 concelhos abrangidos pela DORBE.

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=3917  

e http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=5080

“Por Beja com Todos” faz propostas para o Plano de Actividades de 2015 do Município

O “Por Beja com Todos” divulgou os contributos que entregou para o Plano de Actividades de 2015 do Município de Beja, apresentando algumas das propostas constantes do programa eleitoral elaborado pelo movimento, nas autárquicas de 2013.

Nas medidas sugeridas estão, entre outras, o reforço dos programas de refeições escolares, a elaboração de um programa de manutenção, reparação e melhoramento da rede viária, a ampliação progressiva da rede de transportes públicos, o lançar de um projecto concelhio de promoção da actividade física e desportiva, o apoio às freguesias no desenvolvimento dos seus próprios projectos, e a promoção de um referendo local relativo à reorganização administrativa.

O “Por Beja com Todos” apresenta, para além das propostas que já identificamos, um vasto conjunto de sugestões, divididas pelos sectores da Educação, Ensino Superior e Investigação Científica e Saúde.

Lopes Guerreiro, do “Por Beja com Todos”, assegura que as propostas efectuadas não têm grande impacto económico nos cofres da autarquia, à excepção da que diz respeito à manutenção, reparação e melhoramento da rede viária, que na opinião do movimento deve ser feita em conjunto com as freguesias.

No final, Lopes Guerreiro referiu que o “Por Beja com todos” se coloca à disposição da Câmara Municipal para apoiar na implementação destas medidas, bem como de outras em que a sua participação seja solicitada.

Ler e ouvir em: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=3940

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