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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Beja está a morrer?

Há dias ouvi alguém comentar que no centro da cidade só se viam os empregados das lojas a conversar uns com os outros na rua, o que revela a falta de movimento que têm.

Há pouco li isto: “Várias pessoas não-residentes falam comigo sobre a cidade e dizem o que vêm e sentem cada vez que a visitam. As opiniões são unânimes: "Beja está morta”, “no meu tempo não era assim, tinha vida”, “não há lojas”, “as ruas estão vazias”, “que se passa em Beja que não há pessoas na rua ao fim-de-semana”, e “as Portas de Mértola desapareceram". E, doa a quem doer, é a pura realidade. Em Beja não nascem empresas, não cria emprego, não traz turistas. Em resumo, não aparece nada de novo, tirando uma ou outra loja que abre, e pouco tempo depois fecha.”, em: http://maisbeja.blogs.sapo.pt/porque-beja-esta-a-morrer-92997.

O título do post do Mais Beja não podia ser mais sugestivo e dramático: “Porque Beja está a morrer”. Não se trata de uma dúvida mas sim de uma afirmação que pretende explicar o que se está a passar.

Embora não concordando completamente com as razões apontadas, a realidade é que Beja está, de facto, a atravessar um período crítico da sua existência. Demasiado crítico, demasiado longo e sem perspectivas de saída.

Esta realidade devia, ao invés do que se continua a verificar com a guerra permanente entre a CDU e o PS, convocar-nos a todos para, em conjunto, procurarmos o melhor caminho para Beja sair desta crise em que se encontra mergulhada.

Foi para isso que foi criado o movimento independente e plural “Por Beja com Todos” e para isso concorreu às últimas eleições autárquicas. Estou certo que, se os eleitores tivessem confiado mais nesta nova alternativa e se tivessem eleito candidatos seus à Câmara Municipal, seria bem diferente o ambiente que se vive na Autarquia e em Beja. Certamente que “Por Beja com Todos” não seria apenas uma sigla mas que estaria a ter conteúdo prático.

Mas não foi essa a decisão dos eleitores, o que não quer dizer que trabalhar “Por Beja com Todos” não seja o que a maioria dos bejenses pretende que aconteça. Estou convencido que se não for adoptado e seguido este lema dificilmente se conseguirá inverter o estado depressivo em que Beja mergulhou.

Lopes Guerreiro

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