Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Terra Utópica!” é tema de capa da Revista Alentejo

A Revista Alentejo, referente aos meses de Dezembro de 2013 e Janeiro e Fevereiro deste ano, já está nas bancas.

Nesta edição, o número 35, o tema de capa é “Terra Utópica!” e aborda um conjunto de temas de importância para o Alentejo e País, prestando homenagem a João Honrado e Urbano Tavares Rodrigues, traçando o percurso de cada um.

Há também para ler uma entrevista a António Murteira, pelo jornalista Paulo Barriga, o artigo “O Cante Alentejano e a Unesco”, outro sobre o projecto “3C 4Incubators” e “Fórum Eugénio de Almeida – Novo espaço dedicado à arte e cultura contemporânea em Évora”.

No espaço dedicado ao Poder Local Democrático há artigos para apreciar de Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara de Évora, de João Rocha, presidente da autarquia bejense, e de Maria Adelaide Teixeira, que lidera os destinos do Município de Portalegre.

Na secção internacional, o artigo de fundo é “China/Num mundo em mudança”, de António Murteira.

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=1900

Francisco Duarte é o novo presidente do Conservatório

O autarca Francisco Duarte, de Castro Verde, vai presidir ao conselho de administração do Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) nos próximos dois anos.
Até 2015 a grande prioridade “é estudar a sustentabilidade do próprio CRBA”, adianta ao “CA” o edil da CDU, lembrando que o financiamento da instituição depende actualmente das comparticipações das autarquias e das candidaturas efectuadas ao POPH – Programa Operacional Potencial Humano, que em termos formais terminou no último dia de 2013.
“Temos a garantia de que o ano lectivo em curso será acompanhado pelos fundos comunitários, mas no futuro não sabemos. E este contexto é ainda mais grave quando sabemos que o Ministério da Educação se está a demitir de praticamente todas as suas responsabilidades em matéria de ensino artístico”, reforça Francisco Duarte.

In: http://www.correioalentejo.com/?diaria=10678&page_id=36

“Estou surpreendida com os ecos que o vento me devolve.”

Escutar o vento é quase sempre bom mas...  também é preciso dizer que por vezes, à  força de ser repetidos, os ecos atropelam-se, deturpam as intenções, criam enganos ... e isto a ver pelo tom de alguns comentários que circulam neste fantástico abismo que é a internet - lugar onde nos podemos perder entre ecos - ainda a propósito da Carta a Bartolomeu.

Desta vez os ecos dizem-me que andamos a perder o centro, que se abusa do conforto do anonimato, se cai  na fulanização das questões. Dizem-me os ecos que corremos o risco de nos perdemos nas acusações e apreciações sobre quem fez, faz, ou fará maior estrago, incapazes de distinguir o acessório do central...

 

Cristina Taquelin, em: http://funcionariapublica.blogspot.pt/2014/01/dia-primeiro.html

O pior e o melhor em 2013

É sempre difícil escolher o que de mais marcante nos tocou num ano. Se fizermos uma restropectiva documentada reduz essa dificuldade mas demora muito tempo. Resolvi, por esta última razão, citar de memória alguns acontecimentos que marcaram a minha existência no ano de 2013, que agora terminou.

 

O pior: foi-me detectado um cancro no cólon, fui operado e fiz seis meses de quimioterapia; a minha filha mais velha teve de ser operada a um joelho; outros problemas de saúde que me atingiram e aos meus; o falecimento de algumas pessoas amigas; redução de rendimentos; a redução de apoios a crianças com necessidades especiais de educação, menos tempo para a família e amigos; afastamento e dissolução da EXPOBEJA, a que me dediquei na última década; fraco reconhecimento eleitoral do movimento independente e plural “Por Beja com Todos”; agravamento da austeridade, do empobrecimento e das desigualdades sociais; Cavaco Silva e Paulo Portas colocaram a política no seu pior; Benfica não conquistou nenhuma das metas futebolísticas.

 

O melhor: a quimioterapia não teve tantos efeitos secundários quanto cheguei a recear e venci o cancro; outros problemas de saúde (meus e dos meus) foram ultrapassados ou controlados; nascimento de familiares ou filhos de pessoas amigas; a família e amigos confirmaram-me a sua solidariedade nos principais momentos; a luta dos pais pela reposição de apoios a crianças com necessidades especiais de educação; substituí um carro com 400 mil quilómetros e 17 anos por outro com 100 mil quilómetros e 4 anos; novos desafios e bom acolhimento profissionais; intensa actividade, afirmação como movimento independente e plural e vitória eleitoral na Freguesia de São Matias e eleição dos primeiros autarcas do “Por Beja com Todos” para a Assembleia Municipal e Assembleia da União de Freguesias de Salvador e Stª Maria da Feira; forte e crescente contestação social à política de austeridade; aparecimento e desenvolvimento de movimentos cívicos independentes.

Pág. 8/8

Comentários recentes

  • Anónimo

    Exactamente!

  • Anónimo

    Um bom exemplo! Que aliás deveria ser replicado co...

  • Anónimo

    Zobaida disse aqui e muito bem, que depois de algu...

  • Anónimo

    Os meus parabéns a Rui Raposo e colaboradores. Jov...

  • João Espinho

    As duas formas estão correctas.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds