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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O pior e o melhor em 2013

É sempre difícil escolher o que de mais marcante nos tocou num ano. Se fizermos uma restropectiva documentada reduz essa dificuldade mas demora muito tempo. Resolvi, por esta última razão, citar de memória alguns acontecimentos que marcaram a minha existência no ano de 2013, que agora terminou.

 

O pior: foi-me detectado um cancro no cólon, fui operado e fiz seis meses de quimioterapia; a minha filha mais velha teve de ser operada a um joelho; outros problemas de saúde que me atingiram e aos meus; o falecimento de algumas pessoas amigas; redução de rendimentos; a redução de apoios a crianças com necessidades especiais de educação, menos tempo para a família e amigos; afastamento e dissolução da EXPOBEJA, a que me dediquei na última década; fraco reconhecimento eleitoral do movimento independente e plural “Por Beja com Todos”; agravamento da austeridade, do empobrecimento e das desigualdades sociais; Cavaco Silva e Paulo Portas colocaram a política no seu pior; Benfica não conquistou nenhuma das metas futebolísticas.

 

O melhor: a quimioterapia não teve tantos efeitos secundários quanto cheguei a recear e venci o cancro; outros problemas de saúde (meus e dos meus) foram ultrapassados ou controlados; nascimento de familiares ou filhos de pessoas amigas; a família e amigos confirmaram-me a sua solidariedade nos principais momentos; a luta dos pais pela reposição de apoios a crianças com necessidades especiais de educação; substituí um carro com 400 mil quilómetros e 17 anos por outro com 100 mil quilómetros e 4 anos; novos desafios e bom acolhimento profissionais; intensa actividade, afirmação como movimento independente e plural e vitória eleitoral na Freguesia de São Matias e eleição dos primeiros autarcas do “Por Beja com Todos” para a Assembleia Municipal e Assembleia da União de Freguesias de Salvador e Stª Maria da Feira; forte e crescente contestação social à política de austeridade; aparecimento e desenvolvimento de movimentos cívicos independentes.

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