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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O que me motiva para este debate sobre o estado da saúde na região

O debate que aqui tenho alimentado sobre o estado da saúde e dos seus serviços na nossa região tem levado alguns a especular sobre as minhas motivações para esta actividade. Julgo, por isso, que devo um esclarecimento a todos os que lêem o que o que por aqui vou escrevendo.

Nada de pessoal me move contra a ULSBA em geral ou o Hospital Distrital de Beja em particular. Não tenho (grandes) razões de queixa da forma como tenho sido atendido sempre que tenho recorrido aos seus serviços. Tenho respeito pela generalidade das pessoas que neles trabalham, muitos com elevado profissionalismo, dalguns dos quais sou amigo.

Nada disso me impede de considerar que, por diversas razões, a capacidade e a qualidade de resposta destes serviços públicos, fundamentais para a qualidade de vida e a atractividade da região, está a ser posta em causa, gerando uma progressiva insegurança na população que serve.

É isto - o exercício da cidadania activa - e apenas isto que me motiva para escrever sobre este assunto (como outros), provocar e dinamizar o debate.

Câmara de Beja tem de “forçar” o debate sobre Plano Regional de Saúde e o futuro do sector na região

João Paulo Ramôa não compreende o silêncio em torno da reorganização dos serviços de saúde no Alentejo, pensa que à semelhança do que foi feito com as ligações ferroviárias, deveria ser promovido um amplo debate sobre Plano Regional de Saúde e o futuro do sector na região e defende que é preciso discutir os problemas com as populações e a Câmara de Beja tem de “forçar” o debate numa altura em que estão a encerrar camas no Hospital de Beja.

Rodeia Machado lembrou que o Hospital de Beja já foi uma referência no país nalgumas especialidades e disse que é necessário “sair à rua” para defender o Serviço Nacional de Saúde pois é esta é uma matéria “fundamental” para o futuro do território.

Filipe Palma defendeu que “olhar para o futuro é melhor do que olhar para o passado”, que a saúde deve ser vista com optimismo e criticou o silêncio da Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) sobre o futuro do sector na região. Na sua opinião é preciso promover um grande debate sobre esta matéria.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=3017

A 31ª OVIBEJA COMEÇA DE HOJE A TRÊS MESES

Os expositores que queiram participar na Ovibeja 2014 já podem inscrever-se.
Toda a informação e ficha de inscrição em www.ovibeja.pt.
Para mais informações ou para esclarecimento de quaisquer dúvidas, os interessados devem contactar o Secretariado da Ovibeja: ovibeja@acos.pt ou através dos telefones: 284 315 601/2.
Participar na Ovibeja é um investimento tendo em conta os reflexos da feira a nível nacional e internacional, a importância dos colóquios e debates sobre temas da actualidade, as visitas oficiais de membros do Governo, de todos os partidos políticos e de dirigentes de diferentes instituições de referência do nosso País. De destacar ainda a visita de delegações de empresários e de embaixadores de diversos países do espaço europeu e de fora dele. Mas, participar na Ovibeja também é um investimento porque, tendo com conta os largos milhares de visitantes, de entre os quais se incluem visitas empresariais, permite a muitos expositores criarem na Ovibeja excelentes carteiras de negócios.
Além da componente empresarial, a Ovibeja é também dirigida a todos os outros públicos, com especial enfoque para os jovens. No roteiro vão estar concertos de referência e, entre muitas outras propostas, as famosas “Ovinoites”.

Não posso acreditar. Digam-me que isto é mentira.

O Conselho Municipal de Educação de Beja reuniu esta semana.  

Em cima da mesa estiveram alguns dos constrangimentos que marcaram o início do ano lectivo como a falta de técnicos na área das necessidades educativas especiais e a falta de auxiliares de acção educativa.

O Conselho Municipal decidiu criar um grupo de trabalho que vai fazer o levantamento “exaustivo” dos problemas dos diferentes agrupamentos, disse o vereador Vítor Picado. Depois de concluído, o documento final será remetido à DGEstE- Direcção Geral dos Estabelecimentos Escolares para que no início do próximo ano lectivo os problemas estejam resolvidos, acrescentou o autarca.

In:http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=3009

 

Acabei de ler esta notícia e não sei se hei-de rir ou chorar. Então o vereador do pelouro reúne o Conselho Municipal de Educação de Beja, pela primeira vez, 100 dias depois de ter tomado posse e decide criar um grupo de trabalho que vai fazer o levantamento “exaustivo” dos problemas deste ano lectivo para que no início do próximo ano lectivo os problemas estejam resolvidos. Mas será que não se dão conta do ridículo das decisões que tomaram?! Primeiro, criam um “grupo de trabalho”, que é a forma mais utilizada para adiar ou não resolver um problema. E depois, vão fazer um levantamento dos problemas deste ano lectivo para resolver no próximo.

Foi para tomar estas “bonitas” decisões que o vereador do pelouro da Educação demorou 100 dias a convocar a primeira reunião do Conselho Municipal de Educação?!

Senhor vereador e restantes membros do Conselho Municipal de Educação não brinquem com coisas sérias, não brinquem com crianças que têm o seu desenvolvimento dependente de apoios especiais! É ASSIM QUE DEFENDEM A ESCOLA PARA TODOS?!!!

Não bastava já o governo para termos agora também a Câmara Municipal a “lavar as mãos” e a “chutar para a frente”. Se não podem ou não querem fazer alguma coisa para resolver o problema digam isso. Mas não gozem connosco!

Não foi possível encontrar uma solução inclusiva para as eleições europeias

Todas as organizações manifestaram disponibilidade para discutir com o 3D e as reuniões decorreram num ambiente de discussão aberta.

Apesar da concordância de princípio com a necessidade da convergência nesta área política e com as questões programáticas essenciais constantes no Manifesto 3D, expressa por todos os interlocutores, não foi possível encontrar uma solução inclusiva que se traduzisse numa plataforma eleitoral comum a concretizar já nas próximas eleições europeias e que correspondesse aos objectivos do Manifesto 3 D.

Os promotores do Manifesto 3D reafirmam o seu empenhamento na construção de uma alternativa governativa assente na dignidade, na democracia e no desenvolvimento de Portugal, estando prontos para prosseguir este combate com todas as forças políticas que o queiram assumir. 

Nos próximos meses serão promovidos encontros em vários pontos do país com os subscritores do manifesto, abertos a todos os cidadãos e cidadãs que se revejam nos seus propósitos, tendo em vista dar conta do processo iniciado pelo lançamento do Manifesto 3D e debater os desenvolvimentos futuros desta iniciativa, a culminar numa assembleia de subscritores.

Parte final de comunicado do 3D relativo aos contactos com BE, RC e Livre.

CIMBAL, NERBE e ERT juntaram-se em defesa do “desenvolvimento regional”

De acordo com as mesmas existe “falta de estratégia nas políticas nacionais no que diz respeito às infra-estruturas regionais fundamentais”. A CIMBAL, o NERBE e a Turismo do Alentejo dão como exemplo as acessibilidades rodoviárias em que o IP8 e IP2 “ficaram por concluir”. Na opinião das entidades estas são vias de “grande importância para a promoção do desenvolvimento económico-social da região, reforçando a eficácia” do Porto de Sines, do Aeroporto de Beja e de Alqueva.

Em nota de imprensa a CIMBAL, NERBE e ERT dizem que o distrito está há “demasiado tempo neste impasse” e que já foram “desperdiçados milhões de euros”. Assim, as três entidades pretendem promover reuniões, mostrar a sua posição junto do Governo e lutar por um “território de oportunidades, mobilizando as entidades e instituições e as populações”.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=3000

Ler e ouvir também em: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=2068

Renegociar a dívida: quando e como?

Debate com José Castro Caldas (IAC) e Ricardo Cabral (Un. da Madeira), 29 de janeiro de 2014, 17.30 horas, Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), Picoas Plaza- Rua Viriato, 13, Núcleo 6-E, 1º, Lisboa
No momento em que é entregue na Assembleia da República a petição “Pobreza não paga a dívida: renegociação já”, subscrita por mais de seis mil cidadãos e cidadãs, a Iniciativa para a Auditoria Cidadã (IAC) apresenta e leva à discussão as razões que justificam a abertura urgente de um processo de renegociação da dívida.

CEBAL vai estudar forma segura de embalar e conservar frutos e vegetais

O CEBAL está a criar a Unidade de Valorização de Produtos Hortofrutícolas que vai trabalhar no processamento, embalamento e conservação de frutos e vegetais prontos a comer em escala laboratorial.

O Centro vai estudar uma forma segura de embalar e conservar os frutos e vegetais já cortados e prontos a consumir, comercializados nos supermercados, explicou a investigadora Eliana Jerónimo.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=2997

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