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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“A resposta civilizada é dividir o trabalho”

Zé LG Zé LG, 13.01.12

“The New Economics Foundation” organizou uma conferência em defesa de uma ideia totalmente revolucionária: em nome do bem-estar da população, da diminuição da pobreza, da redução do consumo, da diminuição das emissões de dióxido de carbono ninguém deveria trabalhar mais de 21 horas por semana.
Conforme os interesses da empresa e trabalhador, o trabalho poderia concentrar-se em três dias, ser feito em part-time (três horas por dia) ou até sazonalmente, no máximo de 1092 horas distribuídas ao longo do ano.
Para começar a transformação, “The New Economics Foundation” defende que se arranque com uma semana de trabalho de quatro dias. “Diminuindo a semana de trabalho para quatro dias poderemos criar uma melhor balança entre trabalho pago” e aquilo a que chamam “vital core economy”: família, amigos e vida comunitária. Seria um caminho de pequenos passos, até à grande revolução das 21 horas. O que obrigaria cada um de nós a “reclassificar” as relações entre tempo, dinheiro e consumo, e a sua verdadeira relação com aquilo que chamamos “bem-estar”.
Para os autores, estas ideias são “uma antecipação racional de um modo de vida com baixos gastos de emissões de carbono”, fundamental à sobrevivência a prazo. Trabalhar 21 horas por semana vai trazer “ganhos consideráveis, abrindo novas oportunidades para reduzir as desigualdades de rendimento e viver mais saudavelmente.
Leia todo o artigo em:

http://www.ionline.pt/portugal/agora-algo-radicalmente-diferente-melhor-trabalhar-so-21-horas

 

 

Trata-se de uma proposta provocatória, que, pela oportunidade, justifica um grande debate. Vamos a ele?