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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Câmara de Beja aprova Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2014 com votos contra do PS

As Grandes Opções do Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Beja, para 2014, foram aprovados com os votos a favor da maioria CDU e os votos contra do PS. O orçamento para o próximo ano é de 33.887.600 euros, em 2013 tinha sido de 34.670.000 euros.

Manuel Oliveira, vereador da autarquia de Beja, afirma que há um aumento no investimento de cerca de 20% e uma redução na despesa corrente, avançando ainda com algumas iniciativas contempladas nas Grandes Opções com destaque para a realização de três grandes eventos em colaboração com a ACOS.

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=1821

 

Os vereadores do PS votaram contra orçamento de "sacos azuis"e o facto deste não considerar um aumento dos apoios às coletividades sociais, culturais e desportivas e de não incluir como prioridades das áreas da coesão social, o ambiente e a educação.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=2702

Diálogo, porque a “prática autárquica não é um jogo de confrontos”

… é assim que Santiago Macias quer fazer cumprir o plano assumido com a população de Moura nestes quatro anos de mandato, cumprindo-o até ao final.

Santiago Macias revelou que as áreas de actuação estão definidas em quatro eixos: emprego e investimento, para criar espaços para a população se fixar; acção social, que será a aposta forte em 2014, especialmente na recuperação de habitações e apoio à educação; melhoria das localidades e requalificação urbana, para se dar o salto na promoção do turismo e valorização do meio ambiente e agricultura.

Para o autarca de Moura, os planos não se podem cingir aos mandatos autárquicos, porque devem ser pensados de forma estruturada e a longo prazo, tendo uma linha e um rumo definido e frisou que foi isso mesmo, que se pensou para o concelho e que foi nisso que a população apostou.

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=1816

"opção política" do Executivo da Câmara de Beja

Embora não goste de falar de questões de funcionamento interno, mas porque algumas destas referidas por Gi Cañamero terão certamente impacto externo decidi publicá-las, esperando que possam ser debatidas e esclarecidas:

  

«em Beja, desde a tomada de posse do executivo comunista liderado com mão pesada, passam-se estas coisas extraordinárias, que, decerto pelos aromas da quadra, passarão ao largo de muito boa gente, como convém:

- uma Técnica Superior da Biblioteca Municipal, sua Directora/Coordenadora - cargo que, note-se, existe apenas na estrutura organizativa interna, com a sua «responsabilidade funcional», e que poderia ser mantido - é afastada do seu cargo por ser «imperativo legal», uma vez que terminara a sua «comissão de serviço» numa estrutura que é agora reformulada, e cuja chefia, com uma abrangência muito mais ampla, será sujeita a concurso público; a respectiva «responsabilidade funcional» desta Biblioteca de referência é, agora, assumida, por nomeação e «urgente conveniência de serviço» por uma Técnica de Educação;

- um Chefe de Divisão - que se sujeitou a concurso público - e que, à semelhança de anterior exemplo e tradição, tinha a seu cargo a Direcção/Coordenação de Programação do Teatro Municipal - cargo que, notemos de novo, existe apenas na estrutura organizativa interna - é afastado deste último (da chefia de Divisão não o pode ser, apesar de já ter sido avisado da sua futura saída, pois - helás! - ainda não acabou a sua «comissão de serviço») e substituído por pessoa de confiança da estrutura partidária, Técnico de História e Património;

- uma engenheira, por ter acabado a sua «comissão de serviço» na estrutura que agora é reformulada, é nomeada em «regime de substituição» na nova estrutura, tão alegremente, sem mais... hmmmm... «imperativos legais».

casos paradigmáticos porque mostram bem que se pode fazer o que se quer, dando as voltas e tecendo as justificações mais tortuosas, quando, na realidade, esta condução tem um nome: opção política. mesmo se eticamente condenável.

mas que interessa a Ética a certo Poder?»

In: http://cigarranapaisagem.blogspot.pt/2013/12/beja-etica-e-poder.html?spref=fb

Comentários recentes

  • Anónimo

    Tens toda a razão. Já cá faltava a patetice da com...

  • Anónimo

    Vote no PAN.

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    Já cá faltava a patetice da habitual comparação co...

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