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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Oficina de pintura automóvel de Odemira com destaque em concurso internacional

A oficina Auto Serápio, com sede em Odemira, foi a vencedora nacional no concurso internacional “Obras-primas 2014”, promovido pela Spies Hecker, com o restauro total de um Opel Olímpia, de 1961. A fotografia referente ao trabalho da oficina está incluída no mês de Março do calendário de 2014.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=2634

Novo operador charter vai ligar Paris e Beja no próximo ano

As pretensões da empresa foram anunciadas ontem, no aeroporto de Beja. A Windavia conta fazer passar pelo aeroporto de Beja 10 mil passageiros no verão de 2014. O Alentejo e a Península de Tróia serão os destinos. Os voos são operados pela White e prometem ter preços “apelativos”, de acordo Pedro Bollinger, CEO da  Windavia.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=2638

Dark Sky Alqueva finalista no prémio Ulysses 2013

 O Dark Sky Alqueva é um dos três projectos finalistas, nomeados para o reputado Prémio Ulysses, na categoria de Inovação para Organizações Não-governamentais.    

Os Prémios Ulysses – vulgarmente designados por Óscares do Turismo – constituem um galardão atribuído todos os anos pela Organização Mundial do Turismo das Nações Unidas, que tem sede em Madrid.

O Dark Sky Alqueva foi certificado no final de 2011 como Starlight Tourism Destination, tendo sido o primeiro destino no Mundo a obter este estatuto. Estas classificações, atribuídas pela Fundação Starlight certificam a qualidade do céu nocturno do Alqueva bem como as actividades turísticas relacionadas com o céu, sendo por isso reconhecida pela UNESCO e pela Organização Mundial de Turismo das Nações Unidas.

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=1749

“Impõe-se o retorno à política da visão humanística”

«Parece que anda por aqui muita gente que ainda acredita que existe um papel determinante na atividade politica das nações que as personalidades fortes e ativas podem desempenhar. Se bem que se tenha por historicamente adquirido que isso foi um facto, hoje se constata que os factores determinantes e condicionantes da política dos governos (transformados em meras administrações) se situam numa esfera inacessível aos cidadãos. A financeirização do capitalismo globalizado é uma realidade dura e geradora de grandes perversões e perigos para a Humanidade, como o Papa Francisco recentemente apontou. A questão que exprime o desafio que a Humanidade tem de saber enfrentar e corrigir ainda se pode inspirar no aforismo marxiano de que não basta conhecer a realidade, é preciso transformá-la. Começando pelos fins (ou melhor, pela finalidade da luta política, não necessariamente de classes…), essa é precisamente a grande dificuldade: compreender o mecanismo do mundo atual. A globalização da economia alimenta-se da dinâmica gerada pelas diferentes fases históricas em que o desenvolvimento das economias regionais se encontra: países que ontem eram “terceiro mundo” hoje são os que têm maiores índices de crescimento, em resultado da deslocação de investimentos, retirados do “primeiro mundo” em busca de fatores de produção menos onerosos, condenando à retracção as economias “velhas”. No meio disto, os cidadãos do chamado “ocidente” vão ficando depauperados, não sabendo o que fazer, sentindo-se abandonados à sua má sorte pelos políticos… Mas terão eles culpa? Porque morreu a força das ideologias? Quer-me parecer que uma questão se torna clara: terá sido o abandono da visão social por parte da social-democracia, vestindo o papel de gestores do liberalismo económico, precisamente uma das mais importantes causas do recuo civilizacional que assistimos. Impõe-se pois o retorno à política da visão humanística. Não apenas no discurso retórico. Precisamos de políticos que tenham essa convicção.

Catarina a 7 de Dezembro de 2013 às 10:57», em: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2599411.html#comentarios

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