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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Morreu a Dr.ª Antónia Marinho

“Os concelhos de Alvito e Ferreira do Alentejo, ficaram hoje mais pobres com o falecimento da Dr.ª Antónia Marinho, pessoa por quem nós todos, tínhamos um grande apreço e admiração”, dizia o e-mail do meu amigo Henrique Cuiça.

“Aquilo que ouvi é que a Dr.ª Antónia teve uma forte dor de cabeça, foi socorrida pelo INEM e faleceu a caminho de Beja. (Fala-se em embolia cerebral).

Sei que o corpo será autopsiado, provavelmente amanhã”, completou a meu pedido.

 

Do que conheci da Dr.ª Antónia Marinho, guardo dela a melhor das impressões, quer em termos profissionais quer em termos pessoais.

À família enlutada apresento os meus sentidos pêsames.

“Governo encerra escolas, Moura reabre-as”

 Neste domingo, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração, a Câmara Municipal de Moura, reabre a Escola Básica com Jardim-de-Infância de Santo Aleixo da Restauração, depois de ter realizado obras de reabilitação.

A requalificação da escola em causa estava prevista na Carta Educativa do concelho de Moura e que é o quarto estabelecimento de ensino a ser alvo de intervenção pela autarquia mourense.

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=1676

“A Bolívia pode ser um exemplo para o resto do mundo em alimentação mais saudável e baseado na comunidade”

Em 2011, um grupo de marketers tentou perceber porque razão falhou a fast food na Bolívia, tendo desenvolvido um documentário que concluiu que a forma de pensar dos bolivianos – e a relação dos bolivianos têm com o tempo de preparação da comida – vai contra a fast food.
“Enquanto outras culturas não vêem nenhum risco em comer na McDonald’s todas as semanas, os bolivianos acreditam que não vale a pena o risco de saúde. Eles querem refeições bem preparadas, locais, e querem perceber se as suas refeições são preparadas da forma correcta”, explica o Natural Foods.
O documentário entrevistou cozinheiros, nutricionistas, historiados e professores e percebeu que, na verdade, os bolivianos adoram hambúrgueres – mas preferem os “cholitas” vendidos nas ruas por milhares de mulheres indígenas.
Segundo o Take Part, a Bolívia continua hoje com os mesmos problemas de nutrição do resto do mundo - malnutrição, diabetes e obesidade. Ainda assim, o País tem uma das pegadas carbónicas mais leves do mundo, baseando a sua alimentação nos recursos locais e tradição. “A Bolívia pode ser um exemplo para o resto do mundo, no que toca a um sistema de alimentação mais saudável e baseado na comunidade”, conclui o site.

Anónimo a 1 de Dezembro de 2013 às 11:26, in: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2593049.html#comentarios, onde pode ler todo o comentário.

Castelo de Serpa reabriu ao público

A empreitada decorreu nos espaços e nos edifícios históricos localizados no seu interior, integrados no projecto de Requalificação do Museu Municipal de Arqueologia e abrangeu também a Conservação das Muralhas, classificadas como Monumento Nacional e a Valorização do seu Caminho de Ronda.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=2545

"Obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça"

Aula de Direito


Numa manhã, quando o nosso novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na  sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me Juan, senhor Doutor.
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! - gritou o desagradável professor.

Juan estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu as suas coisas e saiu da sala. Todos estávamos assustados e indignados. Porém, ninguém disse nada.

- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?...
Seguíamos assustados. Porém, pouco a pouco, começamos a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem na sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem pelos seus actos.
- Não!!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma aluna.
- Até que enfim! É isso mesmo... para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começávamos a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, procurávamos responder:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para distinguir o certo do errado... Para premiar quem faz o bem...
- Ok, não está mal. Porém, respondam a esta outra pergunta: agi correctamente ao expulsar Juan da sala de aula?...
Todos ficamos calados, ninguém se atrevia a responder.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não!! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!!!
- E por que é que ninguém fez nada a esse respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vós tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados. Nunca mais! Vá buscar o Juan - disse, olhando-me fixamente.
Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.
Quando não defendemos os nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negoceia.


"O PREÇO A PAGAR PELA TUA NÃO PARTICIPAÇÃO NA POLÍTICA É

SERES GOVERNADO POR QUEM É INFERIOR".- PLATÃO (C. 428 - 347 A.C.)


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