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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Escola Diogo Gouveia fechada a cadeado em protesto contra a falta de apoio a alunos surdos

A Escola Secundária Diogo de Gouveia esteve de manhã fechada a cadeado, os alunos concentraram-se à porta daquele estabelecimento de ensino. Um protesto de solidariedade para com os alunos com necessidades especiais que continuam sem intérprete de língua gestual.

In: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=1406

e http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=2275

‘Vidigueira Wine Lands’

Cientes de que juntos são mais fortes, seis produtores de vinho da região da Vidigueira vão avançar com um projecto conjunto de promoção dos seus produtos e da sua região, de forma a aumentar a notoriedade de ambos, quer a nível nacional, quer a nível internacional.

A nova Associação Vidigueira Wine Lands (VWL) avança assim com os seguintes produtores: ‘Quinta do Quetzal’, ‘Herdade Grande’, ‘Casa Agrícola HMR - Herdade Monte da Ribeira’, ‘Ribafreixo wines’, ‘Adega Cooperativa da Vidigueira Cuba e Alvito’, Vitifrades- ADL’ e ‘Herdade de Lisboa - Paço de Infantes’, bem como a Câmara Municipal da Vidigueira, como sócio-honorário, que se propõem contribuir para o desenvolvimento socio-económico do concelho. Um trunfo precioso da Vidigueira e que se pretende alavancar quer nacional, quer internacionalmente é o terroir desta região, que marca de forma única e indelével os néctares ali produzidos.

Os solos xistosos e graníticos estão identificados como tendo condições únicas para, por exemplo, a produção de vinhos brancos de qualidade superior.

Aliás, o vinho é a grande alavanca da economia de um concelho singular nas condições de que dispõe para produzir vinhos de excelente qualidade. “É uma região com história, com carácter, que tem produtores comprometidos com a excelência e o saber fazer, sendo também estas razões pelas quais será criado pela VWL um selo de «garantia de genuidade»”, revela Reto Jörg, presidente eleito da Vidigueira Wine Lands.

Ainda nos intentos desta associação está a criação “de um modelo de enoturismo que evidencie a região da Vidigueira como um destino vínico e gastronómico de eleição”, acrescenta Reto Jörg.

Numa altura em que o mercado consumidor procura diferenciação, personalidade e carácter na oferta, a marca Alentejo, apesar de sobejamente conhecida, quer a nível nacional, quer a nível internacional, não expressa toda a singularidade das sub-regiões que a integram, como é o caso da Vidigueira. “Queremos, por isso, promover e valorizar uma das marcas distintivas desta sub-região, por exemplo, “dar paternidade a uma casta típica e nobre, como é o caso da Antão Vaz”, revela Reto Jörg.

Independentemente do estilo próprio e posicionamento de cada um dos produtores fundadores da VWL, há um objectivo comum a todos: o compromisso com princípios de excelência, que esta associação pretende reforçar, designadamente, no aproveitamento de sinergias entre os seus membros.

Recebido por e-mail.

Alunos surdos com falta de apoio em Beja

João, 15 anos, aluno do 10º ano de escolaridade na Secundária Diogo de Gouveia, chegou ao Ensino Secundário, onde partilha a intérprete com um colega do 8º ano que estuda na Santiago Maior. Quando a única intérprete colocada pelo Ministério no Agrupamento está com um aluno, não pode prestar apoio ao outro. Assim, as duas crianças estão a perder as aulas de várias disciplinas desde o início do ano lectivo.

Ilda Santos, a mãe do João, expôs o problema à antiga Direcção Regional de Educação do Alentejo, que informou que não existe “justificação” para colocar mais técnicos no Agrupamento uma vez que são cumpridos os rácios de um Interprete para seis alunos.

No ano passado, antes da criação do mega-agrupamentos, existiam três Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa nas Escolas de Beja. Neste momento estão colocados dois: um que serve um aluno na Escola D. Manuel I e outro que apoia os dois alunos na Escola Secundária Diogo de Gouveia e Santiago Maior.

Ilda Santos está “indignada” e acusa o Ministério de “discriminação, falta de respeito pela comunidade surda e falta de sensibilidade”, garantindo que o problema está a “perturbar” o seu filho. Sem Intérprete, o João não consegue aprender e pensa em faltar às aulas. Os professores acabam por sentir-se também “frustrados” por não conseguirem comunicar com o aluno.

Ilda Santos espera que o problema seja resolvido o mais rapidamente possível. Se tal não acontecer, garante que não vai parar de lutar pela educação do seu filho.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=2275

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