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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

JORGE MACHADO LANÇOU ÁLBUM "Influências"

No passado sábado o vilanovense Jorge Machado concretizou um sonho, ao lançar o seu álbum “Influências”.

Teve lugar no Cineteatro Vianense o lançamento do tão sonhado álbum que contou com o apoio e participação de Fil Máximus dos "Ortigões Legacy" e do conhecido vocalista Olavo Bilac.

In: http://www.cm-alvito.pt/default.aspx?module=NoticiaDisplay&ID=788

Deixem-me acreditar que isto ainda é possível

As autarquias locais constituem o poder mais próximo das populações e, por isso, os seus órgãos - e os eleitos que os constituem -, são os mais escrutinados pelas pessoas.

Entendo que o Poder Local democrático foi concebido para ter uma gestão inclusiva, contando com a participação de todos os eleitos e não para ser gerido apenas pelos eleitos que alcançam a maioria, mesmo que relativa, constituindo-se os restantes eleitos em oposição ou oposições.

No entanto - importa referi-lo -, este não tem sido o entendimento e, muito menos, a prática dominante. A CDU, nos primeiros tempos, ainda procurou seguir nesse sentido, mas depois, quer pela prática dos outros quer pela sua ter perdido alguma identidade própria, acabou também por ir dele desistindo.

Acho que essa é a forma mais correcta, democrática e produtiva de gerir as autarquias locais.

Por isso, nestas eleições autárquicas, defendi, na candidatura “Por Beja com Todos”, que todos os eleitos deveriam participar na gestão da autarquia, acabando com os chamados “executivos municipais”, geridos apenas pelos eleitos da força vencedora ou em coligação com outra, excluindo, quase sempre, os eleitos da segunda força mais votada.

Julgo que, de acordo com aquele princípio que defendo, os eleitos passariam a actuar mais de acordo com a sua consciência e menos em função de outras lógicas que nem sempre são as que melhor servem os interesses dos concelhos.

A câmara municipal passaria a funcionar mais como um colectivo de todos os eleitos e menos como mais um espaço de confronto entre a maioria e a(s) minoria(s), o que tem como consequência situações a que temos assistido, que não abonam em favor na política e dos políticos e não servem os interesses do concelho e das populações.

Como forma de facilitar a coordenação e o entrosamento de todos os eleitos a câmara municipal devia reunir semanalmente.

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