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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Temos o direito a saber”

Tirando o segredo próprio dos negócios, o que temos o direito a saber é porque não pode o Hospital de Beja ter camas para doentes oncológicos ou com AVC?
Outros Hospitais no Alentejo têm-nas, como o de Portalegre e o do Litoral...

Anónimo a 15 de Outubro de 2013 às 17:38, in: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2555654.html?view=5878022#t5878022

Estradas do Alentejo são as mais perigosas do país

 “As estradas do Alentejo tem os índices de gravidade mais altos do país”. O alerta é da Associação para a Promoção de uma Cultura de Segurança Rodoviária (GARE) que cita números, relativos aos nove primeiros nove meses do ano, que dão conta de uma subida de 65 por cento nas mortes resultantes de acidentes rodoviários na região.

Para o presidente da GARE, Adérito Araújo, que se referia às estradas dos distritos de Portalegre, Évora e Beja, “a explicação é simples, estradas planas e com grandes retas, propicias a excessos de velocidade, distrações e sonolência, bermas perigosas e árvores a servir de marcos, fazem acontecer acidentes graves”.

Em declarações à RP, Adérito Araújo sublinhou ainda o facto dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes  (CODU) estarem situados a longas distâncias, o que “reduz a eficácia da assistência”.

Os mais recentes números da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) mostram que no ano passado, entre Janeiro e Setembro, 34 pessoas perderam a vida, enquanto este ano, o número subiu para as 56 vítimas.

Maior sinalização nas estradas, tratamento de bermas e obstáculos e trabalho de educação junto dos condutores, são algumas das propostas da GARE para tentar inverter esta tendência.

Carla Aguiã, in: http://www.radioportalegre.pt/

Comentários recentes

  • Anónimo

    E não é só o hospital, a cidade e a região também ...

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    Afinal é ou não verdade que o Hospital de Beja “co...

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    Contactando a CMB. Mas atenção à data da notícia.

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