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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ToC. ToC. Porquê? É preciso começarmos a perguntar como a XANA ?

Porquê que as autarquias que integram esta rede, podendo explorar, propor outras possibilidades de cooperação, outro tipo de projectos que deixem marcas verdadeiramente transformadoras na educação das nossas crianças e famílias, raramente o fazem?

Toc Toc. Porquê não aproveitar a oportunidade de uma Arte em Rede para trabalhar com os criadores locais ou outros convidados, propondo um trabalho sério: residências artísticas, projectos continuados - desenvolvidos em contexto escolar , ou extra escolar que resultem em performances espectáculos, que incluam actores, músicos,  e crianças?

Toc Toc. Porquê não candidatar projectos a desenvolver em comunidades rurais mais pequenas; envolvendo crianças, jovens ou idosos, num trabalho inteligente que ajude a reconstruir relações inter geracionais e identidades, quebrar o isolamento e/ou as fraturas sociais?

Toc Toc – Porquê não aproveitar a oportunidade do trabalho em rede e respectivo financiamento para a construir projectos de formação de públicos, de desenvolvimento comunitário, que potenciem a voz das comunidades?

Toc Toc. Porquê que mais do que gerir as oportunidades que um financiamento comunitário nos traz, não se criam oportunidades para potenciar a relação das infâncias, com outro tipo de experiências estéticas realmente transformadoras? Porque estas opções e não outras?

Não sei se alguma vez saberemos em Beja, o impacto social de projectos de outra natureza, construídos com as comunidades, partindo do que conhecem, dando-lhes a conhecer, oferecendo-lhes instrumentos para expressar.
Não sei se é possível sonhar uma outra cultura para os territórios? Não sei se é possível sonhar uma outra cultura para os territórios.
Ainda acredito que sim, por isso não me demito de fazer TOC TOC e perguntar!

José António Falcão nomeado para Instituto de São Paulo

O director do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja foi nomeado, pelos seus pares, membro correspondente internacional do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. 

Trata-se de uma das mais antigas e mais prestigiadas instituições de estudos históricos e geográficos do Brasil.

José António Falcão tem-se debruçado sobre os laços históricos que unem o Alentejo ao Brasil, estudando, nomeadamente, um dos mais famosos bandeirantes: António Raposo Tavares.

O historiador de Arte frisou que o seu trabalho tem interessado aos investigadores brasileiros.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=1870

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  • Anónimo

    É para chorar... Assim, como querem fixar populaçã...

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