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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Tribunal inelegíveis candidaturas de João Rocha e Pulido Valente

O Tribunal de Beja notificou, hoje, as várias candidaturas à Câmara Municipal de Beja de que concluiu que são inelegíveis as candidaturas de Jorge Pulido Valente, pelo PS, e de João Rocha, pelo PCP/PEV, e os mandatários daquelas duas candidaturas para procederem à substituição daqueles candidatos no prazo de 24 horas.

O Tribunal considerou que a única interpretação que a norma legal aplicável consente é a de que os candidatos com três mandatos consecutivos cumpridos não se podem recandidatar, quer para a autarquia onde cumpriram os três mandatos consecutivos, quer para qualquer outra.

 

Sobre esta questão mantenho o que escrevi em: http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2500827.html

“Esqueçam o crescimento. Pensem em prosperidade.”

É preciso fundar uma economia em torno do velho conceito de prosperidade, que é algo mais que crescimento económico ou riqueza material. A tese do economista Tim Jackson é expressa num livro que resume vários anos de estudos e reflexões na Universidade de Surrey (Reino Unido) e na Comissão Britânica de Desenvolvimento Sustentável.

Prosperidade é algo mais que crescimento económico ou riqueza material. Liga-se a conceitos como comunidade, saúde, família. É uma noção de prosperidade quase esquecida pelos economistas. É a prosperidade dos poetas, dos profetas ou dos filósofos. Mas também das pessoas comuns.

Esta é uma crise do "crescimento económico" por três vias. Primeiro, porque ele parou. Segundo, é uma crise construída em torno do desenho de um sistema baseado no crescimento económico. Procurámo-lo de forma tão árdua que nos alargámos e excedemo-nos em crédito e dívida. Terceiro, pensamos agora que a única maneira de sairmos da crise é através de mais crescimento, o velho sistema que nos levou ao desastre.

Ler toda a entrevista em: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=118469

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