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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Museu da Ruralidade de Entradas assinala dois anos de actividade

Segundo a autarquia de Castro, ao longo deste período “o espaço museológico tem apostado na diversidade das iniciativas que organiza (…) e na valorização do património (…) de forma a sensibilizar as pessoas para a necessidade da salvaguarda e valorização do património cultural”. O Núcleo da Oralidade, inserido no Museu, pretende dar uma “maior importância ao património imaterial e à oralidade”.  

As comemorações incluíram, ontem, um colóquio sobre a Reforma Agrária no distrito de Beja com Constantino Piçarra e José Soeiro e a actuação do Coro Polifónico de Castro Verde.

Hoje, vão ser projectados os documentários "O Grupo da Meia" e "Ceifa Tradicional", entre as 10 e as 22h30, e celebra-se também o aniversário do Núcleo da Oralidade com uma Sessão Evocativa às 19h30, que termina com a actuação do Grupo Coral "As Ceifeiras" de Entradas.

Miguel Rego, responsável pelo Museu, explica que em 2012 este foi o “terceiro Museu mais visitado do distrito de Beja”. O mesmo responsável salienta o trabalho de “interacção” que é feito com as entidades que trabalham na região.

 

"QUEM USA O INSULTO, JÁ PERDEU A RAZÃO"

Depois de ler os comentários acima, sobre o assunto em questão, apenas o penúltimo me mereceu crédito, - embora igualmente anónimo - em virtude dos insultos e apodos, nada dignos de gente minimamente instruída e bem educada. Quando se escreve: "mostra a cara porco" mas, quando quem escreveu se ocultou no anonimato, na realidade a imagem que deu de sí, não é muito digna.
Depois, tenho para mim que qualquer cidadão é livre de comentar, desde que para o efeito, disponha em consciência, de todas as razões que aborda, no respeito pela verdade dos factos - doa a quem doer -, desde que se identifique e assine o seu comentário porque, me parece que; para os anónimos, só a verdade assusta, escondendo-se no anonimato. Esta praga dos anónimos usa este tipo de linguagem insultuosa, que deixa muita desconfiança na veracidade dos seus comentários, concluindo-se por tal facto, que umas serão verdade e outras mentiras. Que a classe política, toda ela nos merece desconfiança, não justifica de maneira nenhuma, que o articulista se refugie no anonimato para se desbocar em insultos contra tudo e todos. Diz o provérbio; que "quem usa o insulto, já perdeu a razão". Compreende-se que haja pessoas que dão erros ortográficos, ou coloquem as suas questões de algum modo menos perceptível, porque saímos de uma ditadura que promoveu a ignorância, como lhe convinha mas a estas pessoas dou-lhe valor, porque pretendem progredir culturalmente. Se não pergunte-se: Quem no passado dispunha de um computador, para se expressar? E quem ousava assinar alguma crítica?. Então, justificava-se o anonimato; hoje não.

António Martins a 23 de Julho de 2013 às 19:27, in http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2485834.html?view=5535562#t5535562

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