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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Até onde vai a falta de vergonha (e de que mais?) desta gente

A passagem do ministro nomeado dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, pela SLN, sociedade gestora do BPN, não consta na biografia enviada aos órgãos de comunicação social pelo gabinete do primeiro-ministro.
O histórico social-democrata, de 73 anos, vai ser o chefe da diplomacia portuguesa, cargo até agora ocupado por Paulo Portas, que é promovido a vice-primeiro ministro.
“Uma palavra de protesto pela escolha de Rui Machete. Rui Machete foi, durante muitos anos, presidente do conselho superior do grupo BPN/SLN, teve um posição de grande responsabilidade, muito proximidade ao que se verificou naquele grupo e que nós todos hoje sabemos, até porque estamos a pagar muitos milhões de euros que as fraudes sucessivas no grupo BPN/SLN  provocaram”, afirma João Semedo. 

"Pode-se falar de falta de vergonha nesta escolha. O passado de Rui Machete não recomenda nem aconselha a sua nomeação”, conclui João Semedo.
Em Julho de 2011, o Bloco de Esquerda já tinha considerado “lamentável” a escolha de Rui Machete para vice-presidente da mesa da assembleia geral da Caixa Geral de Depósitos (CGD), devido à sua passagem pelo sociedade gestora do BPN.

In: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=115777

Carreira Marques critica a gestão do PS e João Rocha promete “trabalhar com todos”

A candidatura da CDU inaugurou ontem a sede de campanha em Beja e deu a conhecer as listas completas de candidatos às Juntas de Freguesia da cidade, à Assembleia Municipal e à Câmara Municipal.  

João Rocha prometeu “trabalhar com todos”. O cabeça de lista da CDU considera que não é possível desenvolver um concelho onde “ninguém se dá” pois várias instituições e associações estão de costas voltadas. João Rocha frisou que é preciso “trabalhar muito” para ganhar a Câmara de Beja em Setembro.

As críticas à maioria socialista na Câmara de Beja ficaram a cargo de Carreira Marques. O mandatário da candidatura da CDU frisou que os comunistas, nos anos em que dirigiram a Câmara de Beja, não fizeram “obras de fachada”. O antigo presidente da autarquia de Beja criticou Pulido Valente por apresentar, por exemplo, os 3 Centros Escolares como uma obra sua no último boletim municipal. Carreira Marques acusou ainda a Câmara de não respeitar os compromissos assumidos com o Conservatório Regional e a Assembleia Distrital.

Bernardo Loff afirmou que o voto na CDU nas próximas autárquicas permite mostrar ao Governo e aos partidos que assinaram o memorando de entendimento com a troika que a política de direita não serve os interesses das populações.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=1484

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=679

“Estejamos alerta, para o caso de o nosso Hospital ser prejudicado”

O problema de Beja não está apenas nas estradas.
Está nomeada uma comissão que vai entregar ao ministro o plano de redução das camas até ao mês de Setembro... Estejamos alerta, para o caso de o nosso Hospital ser prejudicado. Recordo aqui uma das posições públicas tomadas sobre o assunto:

"Segundo informações tornadas públicas, existe um plano de redução de camas hospitalares em toda a região do Alentejo, o que implica o encerramento de dezenas de camas no Hospital de Beja. Nós, pagadores de impostos, utentes do SNS, temos direito à informação sobre tão importante matéria. Não é aceitável a ocultação de um tal plano. Tal medida, a concretizar-se, terá graves consequências para os utentes da região. O encerramento de camas hospitalares inviabilizará internamentos imprescindíveis e reduzirá as capacidades técnicas e formativas do Hospital de Beja. Seria deitado por terra todo o esforço desenvolvido durante duas décadas, em que se conseguiu a notável elevação da qualidade e sofisticação dos cuidados de saúde prestados à população do Distrito de Beja. Os argumentos de teor económico-financeiro invocados como justificação de tal medida não têm como preocupação central os doentes. A suposta vantagem de tais camas virem a ser substituídas por vagas em unidades de cuidados continuados é um argumento verdadeiramente ridículo, visto que essas são destinadas a tratar situações clínicas diferentes das que tem de o ser em meio hospitalar. A necessidade de mais camas nos cuidados continuados não pode ser resolvida reduzindo as camas do hospital. Como tem sido afirmado por profissionais do Hospital de Beja, a sua lotação não é excessiva. Pelo contrário, o que é notório é que algumas Especialidades do Hospital de Beja têm défice crónico de capacidade de internamento. Assim, o "Movimento “Por Beja com todos” considera que a redução do número de camas do Hospital seria um retrocesso de consequências irreversíveis, quer para a qualidade dos cuidados nele prestados, quer para a sua capacidade formativa. Pôr-se-ia em risco o futuro desta tão imprescindível Unidade de Saúde, enquanto bem público."
José Frade, in: https://www.facebook.com/groups/276072229166217/permalink/392359127537526/

A recauchutagem governamental com a bênção cavaquista

As novas entradas
- Rui Machete é ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros

- Pires de Lima é ministro da Economia 
- Jorge Moreira da Silva é ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e da Energia

As mudanças já anunciadas
- Paulo Portas é vice primeiro-ministro (deixa os Negócios Estrangeiros)
- Maria Luís Albuquerque é ministra de Estado e das Finanças (já tinha sido empossada)

As manutenções
- Aguiar Branco, ministro da Defesa
- Miguel Macedo, ministro da Administração Interna
- Paula Teixeira da Cruz, ministra da Justiça
- Nuno Crato, ministro da Educação
- Paulo Macedo, ministro da Saúde
- Assunção Cristas, ministra da Agricultura e do Mar (perde as pastas do Ambiente e Ordenamento do Território)
- Mota Soares, ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social (acrescenta a pasta do emprego)
- Marques Guedes, ministro da Presidência
- Miguel Poiares Maduro, ministro Adjunto

As saídas
- Vítor Gaspar, Finanças (demitiu-se a 1 de Julho)
- Álvaro Santos Pereira, Economia

In: http://economico.sapo.pt/noticias/quem-entra-quem-sai-e-quem-continua_174073.html

Comentários recentes

  • Anónimo

    Tens toda a razão. Já cá faltava a patetice da com...

  • Anónimo

    Vote no PAN.

  • Anónimo

    Já cá faltava a patetice da habitual comparação co...

  • Anónimo

    alguém pode dizer onde é este lugar?

  • Anónimo

    Concordo a 1000% com M. Frade.Pode-se, rádios, jor...

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