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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ADN do “Por Beja Com Todos” é a cidadania, a participação activa e a inclusão

O que quis dizer quando afirmou que quer devolver o orgulho aos bejenses?
Isso tem a ver com o sentimento depressivo que já referi. Hoje, poucas serão as pessoas que dizem que são de Beja ou que vivem em Beja e que apontam algumas situações e se sentem muito orgulhosas. Sinto muito orgulho em que Beja tenha o Museu Regional Rainha D. Leonor, mas não sinto muito orgulho em dizer a alguém que vá visitar o museu no estado em que ele se encontra. E por aí podia multiplicar os exemplos. 
Uma das recorrentes bandeiras eleitorais é a falta de centralidade de Beja na região. Concorda?
Devemos preocupar-nos mais em fazer as coisas acontecer do que em falar nelas e, portanto, falarmos em capitalidade, centralidade, é sempre complicado. Aquilo que é importante é que haja uma valorização muito grande da intermunicipalidade, da cooperação com os vários municípios e que os projetos que se façam em Beja, os grande projetos estruturantes, de maior dimensão e maior impacto, tenham em conta igualmente os outros municípios. E que se procure aproveitar também aquilo que os outros municípios fazem como forma de intervir, de contribuir para o desenvolvimento da região. Tem de haver muito essa perspetiva regional, mas sem nos pormos em bicos de pés ou em cima das cadeiras a dizer “atenção, nós somos a capital, aqui é o centro”. O ADN deste movimento é a cidadania, a participação ativa, mas também a inclusão. E aí, a autarquia, direta e indiretamente, tem muito a fazer. É essa uma das nossas grandes apostas e que está na génese da criação deste movimento.

 

Trecho da entrevista que dei ao Diário do Alentejo e que pode ler na íntegra em: http://da.ambaal.pt/noticias/?id=3325. Texto Paulo Barriga Fotos José Serrano.

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