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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Onde pára o “sentido de responsabilidade dos municípios e freguesias”?

A reunião da Assembleia Distrital de Beja, agendada para ontem à noite, não se realizou por falta de quórum. Dos 42 elementos que compõem a Assembleia compareceram apenas 20.  

António Sebastião, presidente da Assembleia Distrital, foi obrigado a agendar uma nova sessão para dia 14 de Maio, lamentando as ausências e recordando que, apesar das Assembleias Distritais terem deixado de “fazer sentido”, existem “responsabilidades”, “decisões” e “documentos” que carecem de aprovação, pelo que apelou “ao sentido de responsabilidade de todos os municípios e freguesias” com representação na Assembleia para que compareçam nos trabalhos da próxima semana.

In: http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&id=788

Câmara preocupada com extinção de camas no Hospital de Beja

A Câmara Municipal de Beja reuniu ontem com a administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA). 

Jorge Pulido Valente afirmou à Rádio Pax que continua em cima da mesa a proposta de encerramento de 24 camas no Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja. O presidente da Câmara de Beja referiu que o assunto está “ainda em discussão”. Cabe à Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo a última palavra.

Para o autarca esta proposta de encerramento tem que estar inserida numa “estratégia que inclua a oferta de serviços e respostas às necessidades” das populações. Ainda que possa existir uma “racionalização e uma melhor organização e aproveitamento das capacidades dos serviços do hospital”, na opinião de Pulido Valente não pode haver uma “redução das respostas” às necessidades das populações.

Para além desta matéria, as duas entidades discutiram o problema da falta de médicos e medidas para fixação de profissionais na cidade. Segundo o presidente da Câmara de Beja, essas medidas passam pela habitação, incentivos financeiros, emprego para o cônjuge, programa de acolhimento, entre outros.

O autarca considera que a ULSBA deveria envolver a CIMBAL (Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo) e a Câmara de Beja na elaboração do plano estratégico para os próximos três anos. Segundo Pulido Valente “seria proveitoso” para articular as “intervenções das autarquias, Segurança Social e Ministério da Saúde”. 

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